Por que o Bebê Tosse?
"A tosse é uma defesa mecânica do organismo na tentativa de eliminar algum agente que esteja atacando nosso organismo e provocando um tipo de processo inflamatório", explica o pediatra e homeopatia Moises Chencinski.
As causas da tosse em bebês são variadas, e podem ser desde problemas respiratórios, infecciosos, digestivos, ou, normalmente, só um sintoma do aparelho respiratório de uma patologia mais geral.
Ela também pode aparecer em situações simples, como quando o bebê engasga na adaptação ao aleitamento materno, ou por um “corpo estranho”, como um fiapo da mantinha ou da luva que o bebê pode chupar, por exemplo. "Entre os quadros mais comuns podemos citar as infecções de vias aéreas superiores", afirma.
Infecções que Causam Tosse em Bebês
Resfriado
"É uma infecção provocada por vírus, com tosse que pode se acompanhar de coriza (nariz escorrendo) normalmente hialina (clarinha), espirros, lacrimejamento, obstrução nasal (narizinho entupido). A febre nem sempre aparece nos bebês com resfriados, mas, se ocorrer, é baixa. O quadro é rápido, leve e não costuma afetar o estado geral da criança. Não há vacina contra resfriados".
Gripe
"É diferente do resfriado tanto pelo seu agente causal (vírus influenza tipo A e B, para influenza, que podem sofrer mutações a cada surto) quanto pelos sintomas da gripe nos bebês, que são febre muito alta, aguda, prostração, cansaço, falta de apetite, podendo chegar a um quadro de pneumonia e até morte. Ela evolui em surtos e requer vacinação preventiva, que pode mudar a cada ano devido à característica de mutação e sazonalidade das epidemias."
Coqueluche
"A tosse da coqueluche é bem característica (conhecida como tosse quintosa), por vir em surtos e ataques e levar à falta de ar. A criança pode ficar roxa, e termina com uma inspiração forçada após a crise. A doença era pouco frequente, mas voltou há alguns anos, devido à perda de ação da vacinação após 10 anos de sua aplicação (última dose aos 5 anos).
Assim, os adolescentes e os adultos passaram a ser suscetíveis, e as maiores vítimas são as crianças até 1ano que não complementaram seu esquema vacina. Por isso, a orientação atual é a vacinação de todas as gestantes no 3º trimestre de cada gravidez, mesmo em mães que já tenham sido vacinadas em gestações anteriores. Essa prática protege os bebês até 2 meses dos riscos graves."
Bronquiolite
"É outro quadro viral, que tem a característica de começar por um resfriado, com coriza por 3 a 4 dias, e então acontece a dificuldade respiratória com chiado de pulmão acompanhado de febre, tosse, falta de ar, que se agrava nos primeiros 4 dias, estabiliza por uma semana e leva mais uma semana para sumir. É um quadro arrastado, que pode se agravar quanto menor a criança e exigir internação para hidratação e oxigenação."
Laringite
"Conhecida como 'tosse de cachorro', seca, irritativa, provocada pela inflamação da laringe e das cordas vocais, podendo levar até a um quadro grave de sufocação. A sensação, normalmente, é muito mais grave do que o quadro, pelo tipo da tosse, com rouquidão."
Alergias
"Podem acontecer mais tardiamente, mas são raras em recém-nascidos e bebês pequenos. A chamada 'marcha alérgica' começa, hoje em dia, por alergia alimentar, evolui para dermatite, bronquite e depois rinite. A tosse pode aparecer nas duas últimas fases, normalmente desencadeada por agentes climáticos (tempo, frio, seco, chuvoso) ou alergênicos (pelos de animais, alimentos, poeira, pólen). A tosse, nesses casos, depende do órgão acometido."
Pneumonias
"Podem ser principalmente virais ou bacterianas, apesar de haver outros agentes com quadro que pode variar de gravidade, podendo exigir até internação, de acordo com as complicações. A tosse pode ser um sintoma, mas não é o mais importante nesse caso. A febre é um grande sinal de alerta."
Em todos esses casos, a prevenção começa no pré-natal adequado e com as vacinações necessárias.
Após o nascimento, a maior ferramenta de proteção continua sendo o aleitamento materno, além das vacinas. Havendo qualquer sintoma, um médico deverá ser consultado. "Nunca automedique ou desmedique um bebê num quadro desses, por mais simples que possa parecer. O contato com o pediatra ou uma ida ao pronto-socorro pode salvar uma vida", finaliza.
FONTE: Bolsa de Mulher
sexta-feira, 29 de abril de 2016
quinta-feira, 28 de abril de 2016
SÍNDROME CAUSADA PELO USO EXCESSIVO DE ASPIRINAS
A Síndrome de Reye é uma doença rara e grave, muitas vezes fatal, que causa inflamação do cérebro e rápido acúmulo de gordura no fígado.
Geralmente, a doença manifesta-se por náuseas, vômitos, confusão ou delírio. As causas da Síndrome de Reye estão relacionadas com certos vírus, como vírus da gripe ou catapora, e o uso de aspirina ou medicamentos derivados dos salicilatos para tratar febre em crianças com essas infecções. O uso exagerado de paracetamol também pode desencadear aparecimento da Síndrome de Reye. A Síndrome de Reye afeta principalmente crianças com idades entre 4 e 12 anos e é mais comum no inverno, onde o número de doenças virais aumenta.
Os adultos também podem ter Síndrome de Reye e o risco aumenta se existirem casos desta doença na família. A Síndrome de Reye tem cura se diagnosticada cedo e o seu tratamento consiste na diminuição dos sintomas da doença e controle da inflamação do cérebro e fígado.
Sintomas da Síndrome de Reye
Os sintomas da Síndrome de Reye podem ser:
O diagnóstico da Síndrome de Reyes é feito através da análise dos sintomas apresentados pela criança, biópsia ao fígado ou punção lombar. A Síndrome de Reyes pode ser confundida com encefalite, meningite, envenenamento ou insuficiência hepática. Tratamento da Síndrome de Reyes O tratamento da Síndrome de Reyes consiste em controlar as funções do coração, pulmões, fígado e cérebro da crianças, bem como suspensão imediata do consumo de aspirina ou medicamentos relacionados com o ácido acetilsalicílico.
Devem ser administrados por via endovenosa líquidos com eletrólitos e glicose para manter o equilíbrio no funcionamento do organismo e vitamina K para prevenir a hemorragia. Alguns remédios, como manitol, corticoides ou glicerol também estão indicados para reduzir a pressão dentro do cérebro. A recuperação da Síndrome de Reye depende da inflamação do cérebro, mas quando diagnosticada cedo, os pacientes conseguem recuperar totalmente da doença. Nos casos mais graves, os indivíduos podem ficar com lesões para o resto da vida ou, até mesmo, morrer.
FONTE: Tua Saúde
Geralmente, a doença manifesta-se por náuseas, vômitos, confusão ou delírio. As causas da Síndrome de Reye estão relacionadas com certos vírus, como vírus da gripe ou catapora, e o uso de aspirina ou medicamentos derivados dos salicilatos para tratar febre em crianças com essas infecções. O uso exagerado de paracetamol também pode desencadear aparecimento da Síndrome de Reye. A Síndrome de Reye afeta principalmente crianças com idades entre 4 e 12 anos e é mais comum no inverno, onde o número de doenças virais aumenta.
Os adultos também podem ter Síndrome de Reye e o risco aumenta se existirem casos desta doença na família. A Síndrome de Reye tem cura se diagnosticada cedo e o seu tratamento consiste na diminuição dos sintomas da doença e controle da inflamação do cérebro e fígado.
Sintomas da Síndrome de Reye
Os sintomas da Síndrome de Reye podem ser:
- Dor de cabeça;
- Vômitos;
- Sonolência;
- Irritabilidade;
- Mudança de personalidade;
- Desorientação;
- Delírio;
- Visão dupla;
- Convulsões;
- Falência hepática.
O diagnóstico da Síndrome de Reyes é feito através da análise dos sintomas apresentados pela criança, biópsia ao fígado ou punção lombar. A Síndrome de Reyes pode ser confundida com encefalite, meningite, envenenamento ou insuficiência hepática. Tratamento da Síndrome de Reyes O tratamento da Síndrome de Reyes consiste em controlar as funções do coração, pulmões, fígado e cérebro da crianças, bem como suspensão imediata do consumo de aspirina ou medicamentos relacionados com o ácido acetilsalicílico.
Devem ser administrados por via endovenosa líquidos com eletrólitos e glicose para manter o equilíbrio no funcionamento do organismo e vitamina K para prevenir a hemorragia. Alguns remédios, como manitol, corticoides ou glicerol também estão indicados para reduzir a pressão dentro do cérebro. A recuperação da Síndrome de Reye depende da inflamação do cérebro, mas quando diagnosticada cedo, os pacientes conseguem recuperar totalmente da doença. Nos casos mais graves, os indivíduos podem ficar com lesões para o resto da vida ou, até mesmo, morrer.
FONTE: Tua Saúde
OS PRIMEIROS DENTINHOS - COMO AMENIZAR AS DORES
O que fazer para amenizar o desconforto dos dentes?
Um mordedor daqueles que podem ser armazenados por alguns minutos na geladeira geralmente alivia o incômodo na gengiva.
Se o bebê já estiver se alimentando com comidas normais, alimentos mais frios como um purê de maçã, um pudim de leite ou um iogurte de frutas podem ajudar também. Um método simples que não envolve alimentos é passar um dedo bem limpinho pela gengiva inchada do seu filho. Faça uma massagem firme até ouvir um barulhinho da fricção, que será, além de tudo, uma ótima distração.
O alívio é temporário, mas o bebê ficará agradecido e, acima de tudo, confortado pelo seu toque. Se nada disso ajudar, alguns médicos costumam receitar analgésicos. Mas consulte sempre o seu pediatra antes de dar qualquer medicação ao bebê, porque a prescrição depende do peso e da idade do seu filho.
Nunca dê nenhum remédio com aspirina na fórmula, já que seu uso está associado a uma doença que pode ser fatal, a Síndrome de Reye, além de poder desencadear processos alérgicos e hemorrágicos.
Posso passar aquelas pomadas para aliviar a dor?
Pomadas tópicas para as gengivas devem ser receitadas pelo médico, porque elas podem causar reações alérgicas. Produtos que contêm benzocaína requerem ainda mais cuidado. É raro, mas podem provocar uma grave condição em que a quantidade de oxigênio no sangue cai para níveis perigosamente baixos.
Nos Estados Unidos, por exemplo, é proibido vender produtos à base de benzocaína sem receita médica para crianças de menos de 2 anos. Outra complicação das pomadas é que não ficam exatamente no lugar em que são aplicadas. Mesmo se espalhadas diretamente na gengiva do bebê, ele pode acabar engolindo parte do creme ou gel junto da saliva, provocando um amortecimento na garganta, que pode causar sensação ruim, engasgo, dificuldade de engolir, aspiração de alimentos para as vias respiratórias e até problemas para respirar.
FONTE: Baby Center
Se o bebê já estiver se alimentando com comidas normais, alimentos mais frios como um purê de maçã, um pudim de leite ou um iogurte de frutas podem ajudar também. Um método simples que não envolve alimentos é passar um dedo bem limpinho pela gengiva inchada do seu filho. Faça uma massagem firme até ouvir um barulhinho da fricção, que será, além de tudo, uma ótima distração.
O alívio é temporário, mas o bebê ficará agradecido e, acima de tudo, confortado pelo seu toque. Se nada disso ajudar, alguns médicos costumam receitar analgésicos. Mas consulte sempre o seu pediatra antes de dar qualquer medicação ao bebê, porque a prescrição depende do peso e da idade do seu filho.
Nunca dê nenhum remédio com aspirina na fórmula, já que seu uso está associado a uma doença que pode ser fatal, a Síndrome de Reye, além de poder desencadear processos alérgicos e hemorrágicos.
Posso passar aquelas pomadas para aliviar a dor?
Pomadas tópicas para as gengivas devem ser receitadas pelo médico, porque elas podem causar reações alérgicas. Produtos que contêm benzocaína requerem ainda mais cuidado. É raro, mas podem provocar uma grave condição em que a quantidade de oxigênio no sangue cai para níveis perigosamente baixos.
Nos Estados Unidos, por exemplo, é proibido vender produtos à base de benzocaína sem receita médica para crianças de menos de 2 anos. Outra complicação das pomadas é que não ficam exatamente no lugar em que são aplicadas. Mesmo se espalhadas diretamente na gengiva do bebê, ele pode acabar engolindo parte do creme ou gel junto da saliva, provocando um amortecimento na garganta, que pode causar sensação ruim, engasgo, dificuldade de engolir, aspiração de alimentos para as vias respiratórias e até problemas para respirar.
FONTE: Baby Center
OS PRIMEIROS DENTINHOS - SINTOMAS
Quais são os sintomas ligados ao nascimento dos primeiros dentes?
Na realidade, os especialistas não chegaram a uma conclusão sobre se o nascimento dos dentes por si só provoque sintomas, como diarreia, febre ou mau humor. Muitos profissionais acreditam que essas manifestações não tenham relação com a dentição e que simplesmente coincidam com ela.
Ainda assim, muitos pais contam que seus bebês ficam muito irritados e até doentes quando os dentinhos estão despontando. Nem todas as crianças, no entanto, sofrem da mesma forma nesta fase. Os sintomas mais comuns relacionados à erupção dos dentes são:
Apesar de alterações no cocô, nariz escorrendo e febre serem também sintomas apontados por diversas famílias quando um novo dente está surgindo, a maioria dos especialistas não acha que a dentição é a culpada por eles e que outros sinais de alguma doença é que devem ser procurados.
O pediatra T.Berry Brazelton diz, no entanto, que o estresse associado à erupção dos dentes pode baixar a imunidade e deixar os bebês mais vulneráveis a infecções. Na dúvida, se você achar que seu filho não está bem, tire a temperatura dele para verificar se está com febre e procure o médico para examiná-lo. Muitas vezes, infecções de ouvido podem incomodar demais uma criança sem os pais perceberem de onde vem o problema.
É preciso tomar cuidado para não atribuir um mal-estar ao nascimento dos dentes e deixar de tratar uma infecção que precise de outras medidas. Existem ainda situações raras em que os dentes apresentam dificuldade de romper, causando grande inchaço e vermelhidão na gengiva. Com aparência de "bolas vermelhas", os chamados cistos de erupção provocam desconforto para a criança, como irritabilidade, dor na gengiva e relutância para se alimentar.
FONTE: Baby Center
Na realidade, os especialistas não chegaram a uma conclusão sobre se o nascimento dos dentes por si só provoque sintomas, como diarreia, febre ou mau humor. Muitos profissionais acreditam que essas manifestações não tenham relação com a dentição e que simplesmente coincidam com ela.
Ainda assim, muitos pais contam que seus bebês ficam muito irritados e até doentes quando os dentinhos estão despontando. Nem todas as crianças, no entanto, sofrem da mesma forma nesta fase. Os sintomas mais comuns relacionados à erupção dos dentes são:
- Baba (que pode depois provocar uma irritação na pele ao redor da boca)
- Inchaço e sensibilidade na gengiva
- Irritabilidade e mau humor
- Tentativa de morder tudo o que está pela frente
- Falta de apetite
- Problemas para dormir
Apesar de alterações no cocô, nariz escorrendo e febre serem também sintomas apontados por diversas famílias quando um novo dente está surgindo, a maioria dos especialistas não acha que a dentição é a culpada por eles e que outros sinais de alguma doença é que devem ser procurados.
O pediatra T.Berry Brazelton diz, no entanto, que o estresse associado à erupção dos dentes pode baixar a imunidade e deixar os bebês mais vulneráveis a infecções. Na dúvida, se você achar que seu filho não está bem, tire a temperatura dele para verificar se está com febre e procure o médico para examiná-lo. Muitas vezes, infecções de ouvido podem incomodar demais uma criança sem os pais perceberem de onde vem o problema.
É preciso tomar cuidado para não atribuir um mal-estar ao nascimento dos dentes e deixar de tratar uma infecção que precise de outras medidas. Existem ainda situações raras em que os dentes apresentam dificuldade de romper, causando grande inchaço e vermelhidão na gengiva. Com aparência de "bolas vermelhas", os chamados cistos de erupção provocam desconforto para a criança, como irritabilidade, dor na gengiva e relutância para se alimentar.
FONTE: Baby Center
A IMPORTÂNCIA DO ÁCIDO FÓLICO NA GRAVIDEZ - #DICADECORUJA
A suplementação adequada de ácido fólico (componente da vitamina B), também conhecido como vitamina B9 ou M, durante o período periconcecional pode ajudar a prevenir os Defeitos Abertos do Tubo Neural (DTN).
Deverá iniciar a toma diária de ácido fólico assim que decida tentar engravidar.
O ideal é iniciar a toma pelo menos 3 meses antes de engravidar já que é fundamental assegurar a ingestão de quantidades suficientes de ácido fólico nas primeiras semanas do desenvolvimento do bebé, momento em que as estruturas essenciais à sobrevivência estão em plena formação. Esta preocupação tão precoce é devida ao momento em que o tubo neural do bebé se forma e fecha (entre o 17º e 30º dia após a conceção, ou seja, antes do diagnóstico clínico ou laboratorial da gravidez), devendo manter-se nos três primeiros meses da gestação. “Os folatos compõem uma família de vitaminas fundamentais para o processo de divisão celular bem como para a metilação do ADN e a regulação da expressão genética.
O ácido fólico é a estrutura parental desta família e é a forma sintética quimicamente mais estável utilizada em suplementos e no enriquecimento alimentar.” In artigo Suplementação com ácido fólico: impacto metabólico transgeracional, de Elisa Keating, Faculdade de Medicina do Porto, Revista Nutrícias 17, APN, 2013 Crucial para o normal desenvolvimento do bebé, o tubo neural dará origem aos hemisférios cerebrais, ao tronco cerebral, cerebelo e medula espinhal. Se o tubo neural não fechar corretamente, pode dar origem a malformações como a anencefalia (ausência do cérebro) ou a espinha bífida (anormalidade do sistema nervoso).
Alimentos Ricos em Ácido Fólico
Para além da suplementação de ácido fólico, pode aumentar o aporte desta vitamina através do consumo de vegetais de folhas verde-escuras (couves, brócolos, espinafres, couve-flor), feijão, lentilhas, ervilhas, milho, amendoins, morangos e laranjas, entre outros. Durante a gravidez, tenha especial atenção à sua alimentação e à qualidade dos alimentos que ingere.
FONTE: Mãe Me Quer
Deverá iniciar a toma diária de ácido fólico assim que decida tentar engravidar.
O ideal é iniciar a toma pelo menos 3 meses antes de engravidar já que é fundamental assegurar a ingestão de quantidades suficientes de ácido fólico nas primeiras semanas do desenvolvimento do bebé, momento em que as estruturas essenciais à sobrevivência estão em plena formação. Esta preocupação tão precoce é devida ao momento em que o tubo neural do bebé se forma e fecha (entre o 17º e 30º dia após a conceção, ou seja, antes do diagnóstico clínico ou laboratorial da gravidez), devendo manter-se nos três primeiros meses da gestação. “Os folatos compõem uma família de vitaminas fundamentais para o processo de divisão celular bem como para a metilação do ADN e a regulação da expressão genética.
O ácido fólico é a estrutura parental desta família e é a forma sintética quimicamente mais estável utilizada em suplementos e no enriquecimento alimentar.” In artigo Suplementação com ácido fólico: impacto metabólico transgeracional, de Elisa Keating, Faculdade de Medicina do Porto, Revista Nutrícias 17, APN, 2013 Crucial para o normal desenvolvimento do bebé, o tubo neural dará origem aos hemisférios cerebrais, ao tronco cerebral, cerebelo e medula espinhal. Se o tubo neural não fechar corretamente, pode dar origem a malformações como a anencefalia (ausência do cérebro) ou a espinha bífida (anormalidade do sistema nervoso).
Alimentos Ricos em Ácido Fólico
Para além da suplementação de ácido fólico, pode aumentar o aporte desta vitamina através do consumo de vegetais de folhas verde-escuras (couves, brócolos, espinafres, couve-flor), feijão, lentilhas, ervilhas, milho, amendoins, morangos e laranjas, entre outros. Durante a gravidez, tenha especial atenção à sua alimentação e à qualidade dos alimentos que ingere.
FONTE: Mãe Me Quer
quarta-feira, 27 de abril de 2016
É NORMAL O BEBÊ TER SOLUÇO A TODA HORA?
Sim, é normal bebês bem novinhos soluçarem bastante. No primeiro mês de vida, o bebê tem soluço todo dia, e mais de uma vez por dia, assim como tinha dentro da barriga da mãe, explica a pediatra Sandra de O. Campos, da Universidade Federal de São Paulo.
Os soluços não têm nada a ver com a respiração. São contrações do diafragma, provocadas pela irritação ou pela estimulação desse músculo, que ainda é imaturo. Muitas vezes a posição da amamentação ou da mamadeira faz com que o bebê engula muito ar, possivelmente desencadeando soluços, por isso procure sempre posicioná-lo com a cabeça mais elevada.
Para bebês amamentados na mamadeira que soluçam muito, é bom lembrar de colocá-los para arrotar com mais frequência, fazendo alguns intervalos durante as mamadas. O importante é saber que o soluço incomoda pouco o bebê, embora muitas vezes impressione os pais. "A menos que o soluço esteja interferindo nas atividades do dia-a-dia, como mamar ou dormir, não há necessidade de procurar o médico", diz Lynnette Mazur, professora de pediatria da Universidade do Texas (EUA). Bebês que têm refluxo gastroesofágico podem soluçar mais que os outros.
Mencione os soluços ao pediatra se o bebê regurgitar muito, tossir ou parecer irritado. Também comente com o pediatra caso os soluços estejam acontecendo com frequência depois de a criança ter 1 ano de idade, ou se forem incontroláveis. Apesar de todas as teorias para fazer o bebê parar de soluçar (como a simpatia de colocar um fiapinho de lã na testa), os médicos não garantem que alguma delas funcione.
Há quem diga que, se o bebê sugar alguma coisa, os soluços melhorarão. Não há problema em tentar esse método, que é inofensivo. Mas não experimente nem deixe ninguém tentar outras "técnicas", como dar um susto no bebê, porque elas podem acabar machucando o seu filho.
FONTE: Baby Center
Os soluços não têm nada a ver com a respiração. São contrações do diafragma, provocadas pela irritação ou pela estimulação desse músculo, que ainda é imaturo. Muitas vezes a posição da amamentação ou da mamadeira faz com que o bebê engula muito ar, possivelmente desencadeando soluços, por isso procure sempre posicioná-lo com a cabeça mais elevada.
Para bebês amamentados na mamadeira que soluçam muito, é bom lembrar de colocá-los para arrotar com mais frequência, fazendo alguns intervalos durante as mamadas. O importante é saber que o soluço incomoda pouco o bebê, embora muitas vezes impressione os pais. "A menos que o soluço esteja interferindo nas atividades do dia-a-dia, como mamar ou dormir, não há necessidade de procurar o médico", diz Lynnette Mazur, professora de pediatria da Universidade do Texas (EUA). Bebês que têm refluxo gastroesofágico podem soluçar mais que os outros.
Mencione os soluços ao pediatra se o bebê regurgitar muito, tossir ou parecer irritado. Também comente com o pediatra caso os soluços estejam acontecendo com frequência depois de a criança ter 1 ano de idade, ou se forem incontroláveis. Apesar de todas as teorias para fazer o bebê parar de soluçar (como a simpatia de colocar um fiapinho de lã na testa), os médicos não garantem que alguma delas funcione.
Há quem diga que, se o bebê sugar alguma coisa, os soluços melhorarão. Não há problema em tentar esse método, que é inofensivo. Mas não experimente nem deixe ninguém tentar outras "técnicas", como dar um susto no bebê, porque elas podem acabar machucando o seu filho.
FONTE: Baby Center
É NORMAL O RECÉM-NASCIDO PERDER PESO?
“O recém-nascido de termo normal, ou seja, aquele que nasceu de 37 a 41 semanas e sem nenhuma doença detectável, costuma perder peso até o terceiro ou quarto dia de vida e, após esse período, costuma ganhar peso. A tendência é que ele recupere o peso de nascimento entre o sétimo e o décimo dia de vida. Após este período, o ganho passa a ser uma constante. Se não há ganho de peso e o recém-nascido é normal, o mais provável é que a ingesta esteja inadequada. De qualquer forma, é importante consultar o pediatra para examinar a situação”, explica o pediatra Renato Procianoy, presidente do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria. Já no caso de bebês prematuros, o ganho de peso é um pouco diferente. “Demora mais e dependerá da idade gestacional e das doenças que ele apresentar. Quanto menor a idade gestacional, maior a demora para haver ganho de peso. O mesmo acontece se ele tiver doenças e necessitar de tratamento intensivo”, afirma Procianoy.
ICTERÍCIA NEONATAL - PARTE 1
Essa doença, que deixa a pele do bebê amarelada, atinge cerca de 80% dos recém-nascidos e, embora exija cuidados simples, nunca deve dispensar o acompanhamento médico.
Muitos bebês, logo depois que nascem, ficam com um tom de pele amarelo-alaranjado que pode se estender também para as conjuntivas (o branco dos olhos) e outros tecidos do corpo. O nome desse quadro é icterícia neonatal, uma doença comum entre os recém-nascidos e que, se detectada e controlada, não apresenta maiores riscos.
A neonatologista Alice Deutsch, coordenadora da Unidade Neonatal do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, explica que o problema acontece devido ao aumento no sangue do pigmento
amarelo bilirrubina. Da mesma forma que outras substâncias, ele é produzido naturalmente pelo organismo como o resultado do rompimento das células vermelhas do sangue, que vivem por um curto período de tempo. “Assim que essas células morrem, a hemoglobina presente nelas se transforma em bilirrubina e é transportada para o fígado, no qual é metabolizada e em seguida excretada pelas fezes.
Quando esse processo não ocorre adequadamente, o acúmulo de bilirrubina no sangue deixa a pele amarelada”, explica a médica. O excesso do pigmento também pode ser decorrente da incompatibilidade de sangue entre mãe e filho. Nesses casos, exige maior atenção. Quando a mãe tem sangue Rh-, e o filho, Rh+, por exemplo, ocorre uma grande e, por vezes, rápida destruição dos glóbulos vermelhos. Esse aumento ultrapassa a capacidade hepática de depurar a bilirrubina, elevando sua concentração no sangue. Daí, o produto se esparrama pela pele e por outros tecidos e também pode atravessar a barreira entre o sangue e o sistema nervoso central.
Talvez ainda ocorra o excesso de produção de bilirrubina se o bebê nascer com hemoglobina demais (um componente dentro da célula sanguínea que se degrada e forma a bilirrubina), se sofrer algum trauma que gere a formação de hematomas pelo corpo ou se houver a demora na ligadura do cordão umbilical. Nessas situações, ocorre uma “limpeza” do hematoma (local em que ocorreu um sangramento com depósito de hemoglobina) com a consequente elevação de bilirrubina. Nos recém-nascidos, tal aumento se deve também à imaturidade do fígado, que pode apresentar uma capacidade limitada para processar o pigmento. “Trata-se apenas de um processo evolutivo, de adaptação e que tem fácil tratamento”, afirma Clery Bernardi Gallacci, neonatologista da Maternidade Santa Joana, também de São Paulo.
Na maioria dos casos, aliás, a icterícia desaparece espontaneamente ou depois de mudanças na frequência da amamentação. Isso pode ocorrer quando o bebê mama poucas vezes ao dia, tendo maior dificuldade para excretar a bilirrubina pelas fezes. Mas nada de pânico. É uma situação transitória, que passa assim que a oferta de leite aumentar e o estabelecimento da lactação estiver pleno e bem-sucedido.
A icterícia costuma aparecer entre o segundo e o terceiro dia de vida e dura em média dez dias, com exceção nos que nascem prematuros, que podem apresentar formas mais intensas e prolongadas. Quando o sintoma surge depois desse período, geralmente está associado a uma doença (como infecção urinária e doenças congênitas) e precisa ser investigado com maior afinco. Para diagnosticar a icterícia, o médico pressiona com o dedo primeiramente a testa, o nariz e o tórax do bebê, pois o distúrbio costuma surgir primeiramente na cabeça e ir descendo até os pés. O curioso é que começa a desaparecer no sentido contrário: pés, pernas, barriga, braços, tórax e testa.
Quando esse tipo de investigação não é suficiente, é feita uma leitura no bilirrubinômetro transcutâneo, um equipamento que, colocado na testa da criança, faz a leitura do problema sem a necessidade de coleta de sangue. Mas vale ressaltar que somente pelo sangue é possível determinar com exatidão o nível de bilirrubina.
Fonte: M de Mulher
Muitos bebês, logo depois que nascem, ficam com um tom de pele amarelo-alaranjado que pode se estender também para as conjuntivas (o branco dos olhos) e outros tecidos do corpo. O nome desse quadro é icterícia neonatal, uma doença comum entre os recém-nascidos e que, se detectada e controlada, não apresenta maiores riscos.
A neonatologista Alice Deutsch, coordenadora da Unidade Neonatal do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, explica que o problema acontece devido ao aumento no sangue do pigmento
Quando esse processo não ocorre adequadamente, o acúmulo de bilirrubina no sangue deixa a pele amarelada”, explica a médica. O excesso do pigmento também pode ser decorrente da incompatibilidade de sangue entre mãe e filho. Nesses casos, exige maior atenção. Quando a mãe tem sangue Rh-, e o filho, Rh+, por exemplo, ocorre uma grande e, por vezes, rápida destruição dos glóbulos vermelhos. Esse aumento ultrapassa a capacidade hepática de depurar a bilirrubina, elevando sua concentração no sangue. Daí, o produto se esparrama pela pele e por outros tecidos e também pode atravessar a barreira entre o sangue e o sistema nervoso central.
Talvez ainda ocorra o excesso de produção de bilirrubina se o bebê nascer com hemoglobina demais (um componente dentro da célula sanguínea que se degrada e forma a bilirrubina), se sofrer algum trauma que gere a formação de hematomas pelo corpo ou se houver a demora na ligadura do cordão umbilical. Nessas situações, ocorre uma “limpeza” do hematoma (local em que ocorreu um sangramento com depósito de hemoglobina) com a consequente elevação de bilirrubina. Nos recém-nascidos, tal aumento se deve também à imaturidade do fígado, que pode apresentar uma capacidade limitada para processar o pigmento. “Trata-se apenas de um processo evolutivo, de adaptação e que tem fácil tratamento”, afirma Clery Bernardi Gallacci, neonatologista da Maternidade Santa Joana, também de São Paulo.
Na maioria dos casos, aliás, a icterícia desaparece espontaneamente ou depois de mudanças na frequência da amamentação. Isso pode ocorrer quando o bebê mama poucas vezes ao dia, tendo maior dificuldade para excretar a bilirrubina pelas fezes. Mas nada de pânico. É uma situação transitória, que passa assim que a oferta de leite aumentar e o estabelecimento da lactação estiver pleno e bem-sucedido.
A icterícia costuma aparecer entre o segundo e o terceiro dia de vida e dura em média dez dias, com exceção nos que nascem prematuros, que podem apresentar formas mais intensas e prolongadas. Quando o sintoma surge depois desse período, geralmente está associado a uma doença (como infecção urinária e doenças congênitas) e precisa ser investigado com maior afinco. Para diagnosticar a icterícia, o médico pressiona com o dedo primeiramente a testa, o nariz e o tórax do bebê, pois o distúrbio costuma surgir primeiramente na cabeça e ir descendo até os pés. O curioso é que começa a desaparecer no sentido contrário: pés, pernas, barriga, braços, tórax e testa.
Quando esse tipo de investigação não é suficiente, é feita uma leitura no bilirrubinômetro transcutâneo, um equipamento que, colocado na testa da criança, faz a leitura do problema sem a necessidade de coleta de sangue. Mas vale ressaltar que somente pelo sangue é possível determinar com exatidão o nível de bilirrubina.
Fonte: M de Mulher
5 DICAS PARA ALIVIAR AS CÓLICAS DO BEBÊ - #DICADECORUJA
O bebê acabou de mamar, está bem agasalhado, com a fralda seca e, ainda assim, chora num tom estridente avisando que algo não vai bem? Nessa hora, você tem bons motivos para desconfiar de uma crise de cólica. "Quando nada na rotina justifica tanto desconforto, é quase certo que o problema seja esse. Dores abdominais são comuns até o quarto mês, pois o sistema digestivo do recém-nascido ainda é imaturo", explica a pediatra Sandra Frota Ávilla Gianelo. As crises acontecem geralmente no final da tarde e fazem o abdome do bebê se contrair. Para evitar desesperos, a melhor estratégia é se preparar com um arsenal de técnicas anticólicas e se revezar com o pai nesses cuidados. Confira alguns métodos indicados por especialistas:
1. Massageie a barriguinha do bebê
Ao perceber o desconforto da criança, acaricie a barriga do bebê com movimentos circulares no sentido horário. "Com as mãos em concha, deslize uma de cada vez pela barriga da criança, partindo da base das costelas em direção ao púbis. O toque deve exercer uma pressão suave", ensina a fisioterapeuta Barbara K. T. Nevves, de São Paulo. Também é eficaz exercitar o filhote. "Coloque o bebê deitado e dobre lentamente os joelhos dele de modo que as coxas pressionem de leve a barriga. Depois, estenda novamente as pernas e recomece, como se ele estivesse pedalando. O movimento pode ser feito várias vezes ao dia, não apenas na hora da dor.
2. Dê um banho quente
Prepare um banho de imersão regulando a temperatura da água entre 36ºC e 37ºC. Cuide para que o ambiente esteja silencioso e, se possível, coloque uma música suave tocando baixinho. Diminua a luz e converse com seu filho ou cante para ele."A percepção de uma atmosfera calma ao redor tranquiliza o bebê, e a água na temperatura do corpo proporciona uma sensação muito próxima à que a criança experimentava no útero. É uma experiência que a faz relaxar e, com isso, a cólica cede", ensina Sandra.
3. Faça uma compressa
Passe uma fralda a ferro e coloque-a ainda quente sobre a barriga da criança ou use uma bolsa térmica com água morna. O calor favorece a vasodilatação, facilita o fluxo sanguíneo e relaxa a musculatura, diminuindo o desconforto abdominal. "Tenha o cuidado de testar a temperatura do tecido ou da bolsa para não queimar a pele delicada do bebê", orienta o pediatra Jayme Murahovschi, de São Paulo.
4. Tente um contato pele a pele
Quando deitado de bruços sobre o peito do pai ou da mãe, o bebê consegue expelir mais facilmente os gases que o incomodam e agravam a cólica. "Se puder, aqueça levemente o quarto para o pequeno não sentir frio. Tire sua blusa e a roupa dele, deixando-o apenas com a fralda. O contato pele com pele aconchega, enquanto o cheiro e a voz da mãe ou do pai transmitem calma e segurança", ensina o pediatra e neonatologista Ruy Pupo Filho, de Santos (SP).
5. Enrole o pequeno no cueiro
"Ao envolver o corpo do bebê como se fosse um pacotinho, o cueiro proporciona uma sensação de aconchego e segurança e diminui a irritabilidade e a agitação da criança", orienta a pediatra Patrícia P. de Mello, de São Paulo. Outro expediente simples é distrair o bebê com uma caminhada pela casa, segurando-o de bruços, com a barriguinha apoiada nas suas mãos - esse contato aquece o abdome e traz o conforto do toque.
terça-feira, 26 de abril de 2016
GOVERNO AUMENTA IMPOSTO SOBRE PRODUTOS DE BEBÊS
O Governo do Estado ampliou a lista de produtos considerados como ‘supérfluos’ e que terão a alíquota do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) reajustados para 17%.
A listagem com os novos produtos foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (29). Entre os produtos que ficarão mais caros nas próximas semanas estão itens para bebês, como fraldas, chupeta e mamadeira, cosméticos como batom, rímel, batom, sombra, delineador, lápis para sobrancelha e rímel, perfumes, produtos como henna, óleos essenciais, águas de colônia, maquiagem, como pó compacto, preparação solares e antissolares.
O Governo também ampliou a alíquota de acetonas, loções tônicas, cremes de beleza e nutritivos, absorventes, lenços removedores de maquiagem, sais perfumados e outros sais de banhos. Foram reajustados também os tributos de produtos de higiene pessoal e toucador, como fio dental, escova de dentes, vaselina, amoníaco, lubrificação íntima, preparação para barbear, soluções para lentes de contato, sabonete em barra e líquido, papel higiênico, aparelhos e lâminas de barbear e lenços umedecidos. Com o aumento desses impostos, o Governo pretende ampliar a arrecadação em, aproximadamente, R$ 296 milhões.
Fonte: Oi Liberdade
A listagem com os novos produtos foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (29). Entre os produtos que ficarão mais caros nas próximas semanas estão itens para bebês, como fraldas, chupeta e mamadeira, cosméticos como batom, rímel, batom, sombra, delineador, lápis para sobrancelha e rímel, perfumes, produtos como henna, óleos essenciais, águas de colônia, maquiagem, como pó compacto, preparação solares e antissolares.
O Governo também ampliou a alíquota de acetonas, loções tônicas, cremes de beleza e nutritivos, absorventes, lenços removedores de maquiagem, sais perfumados e outros sais de banhos. Foram reajustados também os tributos de produtos de higiene pessoal e toucador, como fio dental, escova de dentes, vaselina, amoníaco, lubrificação íntima, preparação para barbear, soluções para lentes de contato, sabonete em barra e líquido, papel higiênico, aparelhos e lâminas de barbear e lenços umedecidos. Com o aumento desses impostos, o Governo pretende ampliar a arrecadação em, aproximadamente, R$ 296 milhões.
Fonte: Oi Liberdade
"ANQUILOGLOSSIA" - LÍNGUA PRESA - PARTE 2
Se o bebê está tendo problemas com a amamentação, converse com um pediatra. Marque uma consulta também caso você note alguma alteração na língua da criança mais velha, tais como problemas para atingir os dentes de trás com a língua.
Na consulta médica Especialistas que podem diagnosticar língua presa são:
- Clínico geral
- Pediatra
- Otorrinolaringologista
- Dentista
- Fonoaudiólogo
O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como: Você está tendo problemas para alimentar seu bebê? Se o seu filho mais velho tem língua presa, ele ou ela está com problemas para fazer certos sons ou cuidar de seus dentes? Se você tem língua presa, você está preocupado com as atividades que você não é capaz de fazer por causa do movimento limitado da língua?
Também é importante levar suas dúvidas para a consulta por escrito, começando pela mais importante. Isso garante que você conseguirá respostas para todas as perguntas relevantes antes da consulta acabar. Para língua presa, algumas perguntas básicas incluem:
- Quão grave é o sintoma?
- É necessário tratamento?
- Quais são as opções de tratamento?
- Devo considerar a correção cirúrgica?
- O que está envolvido na correção cirúrgica?
- Será que a correção cirúrgica vai melhorar a amamentação?
- Quais são os riscos da correção cirúrgica?
- O procedimento pode ser feito no consultório ou só no hospital?
- Preciso consultar outro especialista?
Não hesite em fazer outras perguntas, caso elas ocorram no momento da consulta. Diagnóstico de Língua presa A língua presa é frequentemente diagnosticada em um exame físico. Para crianças maiores, o médico ou médica pode usar uma ferramenta de triagem para observar a aparência da língua e habilidade de movimento
"ANQUILOGLOSSIA" - LÍNGUA PRESA - PARTE 1
O que é Língua presa?
Também chamada de anquiloglossia, a língua presa acontece quando a pequena membrana que fica abaixo da língua (conhecida popularmente como “freio”) é menor do que o normal, impedindo o órgão de se movimentar livremente.
Elas podem ocorrer em famílias, mas também pode acontecer de um bebê sem histórico de língua presa tem o problema. Alguns casos de língua presa acontecem por conta de outras alterações na face ou boca, como uma fenda palatina. Sintomas Sintomas de Língua presa Muitos bebês com a língua presa não apresentam qualquer sintoma. Isso porque a pele abaixo da língua se desenvolve conforme a criança cresce ou então ela se adapta à restrição.
Contudo, algumas crianças com língua presa podem apresentar: Problemas para sugar o leite da mãe durante a amamentação Espaço entre os dentes inferiores da frente Problemas na fala, principalmente fonemas com as letras T, D, Z, S, N e L Problemas pessoais ou sociais relacionados com o movimento restrito da língua, tais como bullying. Quando a membrana está muito próxima da ponta da língua, esta pode parecer bifurcada ou em forma de coração.
Fonte: Minha Vida.com
segunda-feira, 25 de abril de 2016
A HORA CERTA DO AÇÚCAR NA ALIMENTAÇÃO DO BEBÊ - #DICADECORUJA
Cuidado com o açúcar!!! O açúcar pode ser consumido porém em quantidade muito reduzidas o consumo em excesso pode desencadear processos indesejáveis como a obesidade
ATENÇÃO! Até o sexto mês de vida o bebê deverá ser alimentado exclusivamente com o leite materno. Ele não precisará de água ou chás. Qualquer mudança nessa regra deverá ser feita com orientação do seu pediatra.
Cuidado com o açúcar O açúcar em excesso é um perigo, e não só para os dentes. Pediatras da Escola de Medicina da Universidade de Yale concluíram uma investigação que comprovou antiga suspeita: a
ingestão excessiva de açúcar pode deixar as crianças pequenas irritadas e dispersivas. É que o doce, além de provocar mais concentração de insulina no sangue, também aumenta a quantidade de adrenalina; e esse hormônio, em excesso, pode provocar ansiedade, excitação e dificuldade de concentração. Segundo os pesquisadores, os efeitos negativos da ingestão de doces, balas e refrigerantes são maiores e mais evidentes quando a criança come açúcar com o estômago vazio. Um exame das ondas cerebrais de crianças, logo após elas terem comido doces e bebido refrigerantes, revelou, na grande maioria dos casos, mudanças significativas na capacidade de concentração. Adultos, submetidos a dieta semelhante, não apresentam os mesmos efeitos. Refrigerantes tem cafeína (com exceção de alguns).
processo digestivo são desdobrados em açúcares mais simples. Por exemplo, a lactose é desdobrada em glicose + galactose e a sacarose em glicose + frutose. O amido das farinhas de cereais e dos tubérculos (como a batata) e raízes (como a mandioca) também são desdobrados no intestino em moléculas de glicose. O amido, na verdade, é uma longa cadeia de moléculas de açúcar (de glicose, para ser exato).
Em outras palavras: ninguém pode viver sem açúcar, que é uma fonte de energia, mas a dieta normal tem açúcares naturais em abundância, o suficiente para cobrir nossas necessidades. Esses açúcares não nos fazem mal nem provocam cáries, porque suas moléculas são grandes. O uso habitual de balas, doces, biscoitos açucarados, geleias, refrigerantes, achocolatados e açucarados, provoca na boca a presença de um excesso de açúcares de moléculas pequenas, favorecendo a proliferação de bactérias e a formação de cáries e inflamação nas gengivas. Ainda pior é o desequilíbrio alimentar provocado pela ingestão de alimentos açucarados artificialmente. Um dos segredos da boa alimentação é a proporção correta dos diversos nutrientes: proteínas (carnes, arroz integral, ovo, leguminosas como o feijão), gorduras (animais e vegetais), hidratos de carbono ou glicídios (farinhas, açúcares), sais minerais e vitaminas. Ao comer açúcares em excesso, normalmente há menos fome para comer os outros alimentos (uma tese, hoje, contestada por vários pesquisadores). O perigo da alimentação rica demais em açúcar e desbalanceada é a criança ficar obesa e anêmica.
Quando a mãe introduz para o bebê alimentos açucarados (banana amassada com muito açúcar, com mel ou com geleia, por exemplo), antes de introduzir a sopa de legumes, vai esbarrar na recusa de aceitação de alimento salgado. Algumas mães, percebendo o mecanismo de causa e efeito, cuidam de colocar açúcar na sopinha, um erro. Mas as frutas, raspadas com a colher ou em pedacinhos, introduzidas a partir do sexto mês de vida, sem açúcar e dadas com a colher, não atrapalham em coisa alguma a alimentação de sal. Os chamados naturalistas costumam afirmar que o mel é um excelente substituto do açúcar e que não há restrições contra o seu uso. Não é verdade. O mel é um açúcar semelhante à sacarose, sofrendo as mesmas restrições. É uma fonte pobre de vitaminas, ao contrário do que divulga a propaganda dos lobbies do mel. Além disso, a recomendação da ANVISA é de que crianças com menos de 1 ano NÃO devem consumir mel.
ATENÇÃO!!! CUIDADO COM O AÇÚCAR!!!
Fonte: Guia do Bebê
A HORA CERTA DE USAR SAL NA ALIMENTAÇÃO DO BEBÊ - #DICADECORUJA
Sal é questão de costume. E o excesso de sal pode prejudicar os rins do bebê. Você precisa se aproveitar do fato de que seu bebê ainda não sabe o gosto das coisas, e acostumá-lo a alimentos com pouco sal.
Aqui no Brasil o consumo médio em geral de sal entre adultos e crianças está bem acima do recomendado pela Organização Mundial da Saúde. Então só fará bem à sua saúde, à do bebê e à de toda a família acostumar a deixar a mão mais leve na hora de salgar as refeições. O que quer dizer pouco sal?
Até os 6 meses, os bebês precisam de menos de 1 g de sal por dia. Isso é menos de meia colherinha de café. Muito pouco mesmo. O leite materno e as fórmulas em pó já contêm um pouco de sal, que basta para o bebê. Nas primeiras sopas e papinhas, você nem precisa colocar sal, porque o paladar da criança aceita melhor os alimentos adocicados, como cenoura, beterraba e mandioquinha. Entre 7 meses e 1 ano, o consumo de sal ainda deve ser no máximo de cerca de 1 g por dia. Se você estiver fazendo, por exemplo, uma sopa de legumes natural, usando caldo de carne ou de frango feito em casa, não há problema em pôr uma pitada de sal.
Mas saiba que caldos industrializados (em pó, cubo ou lata) têm quantidades imensas de sal, então não os use. Atenção: Jamais dê para bebês pequenos, principalmente antes dos 6 meses, comida industrializada para adultos (coisas como macarrão tipo miojo e sopa de saquinho), porque as quantidades de sódio (sal) podem ser perigosíssimas. As comidas industrializadas especiais para bebês contêm baixo teor de sal, então você não precisa se preocupar com elas. O ruim é dar para o bebê comida industrializada para adultos ou crianças mais velhas. E está aí outro motivo importante para maneirar no sal quando estiver cozinhando.
Conforme seu filho vai crescendo, é inevitável que comece a comer produtos industrializados como bolachas, salgadinhos, molhos prontos... E muita coisa possui bastante sódio, embora não seja nem salgada, porque o sódio ajuda a conservar os alimentos e realçar o sabor. Veja o que você pode fazer: Faça a comida sempre com pouco sal Não exagere nas comidas industrializadas: queijo processado, alimentos enlatados, salgadinhos, frios, embutidos e bolachas salgadas Leia os rótulos das embalagens.
Um bom truque é comparar a porcentagem de sódio na dieta recomendada com os outros parâmetros, como gordura, calorias etc. Se o número para o sódio for muito maior que os outros, o alimento não é muito saudável em termos de sal e deve ser consumido com moderação. É bom saber que 1 g (ou 1000 mg) de sódio equivale a 2,55 g de sal. Há várias comidas com pouco sal, com as quais você não precisa se preocupar, se fizer em casa: frutas, legumes, verduras, carne, frango, peixe, ovos, leite, arroz, macarrão simples... Quando você começar a ler os rótulos, logo vai saber quais são os produtos que têm muito sódio, para usá-los só de vez em quando.
Fonte: Baby Center
Aqui no Brasil o consumo médio em geral de sal entre adultos e crianças está bem acima do recomendado pela Organização Mundial da Saúde. Então só fará bem à sua saúde, à do bebê e à de toda a família acostumar a deixar a mão mais leve na hora de salgar as refeições. O que quer dizer pouco sal?
Até os 6 meses, os bebês precisam de menos de 1 g de sal por dia. Isso é menos de meia colherinha de café. Muito pouco mesmo. O leite materno e as fórmulas em pó já contêm um pouco de sal, que basta para o bebê. Nas primeiras sopas e papinhas, você nem precisa colocar sal, porque o paladar da criança aceita melhor os alimentos adocicados, como cenoura, beterraba e mandioquinha. Entre 7 meses e 1 ano, o consumo de sal ainda deve ser no máximo de cerca de 1 g por dia. Se você estiver fazendo, por exemplo, uma sopa de legumes natural, usando caldo de carne ou de frango feito em casa, não há problema em pôr uma pitada de sal.
Mas saiba que caldos industrializados (em pó, cubo ou lata) têm quantidades imensas de sal, então não os use. Atenção: Jamais dê para bebês pequenos, principalmente antes dos 6 meses, comida industrializada para adultos (coisas como macarrão tipo miojo e sopa de saquinho), porque as quantidades de sódio (sal) podem ser perigosíssimas. As comidas industrializadas especiais para bebês contêm baixo teor de sal, então você não precisa se preocupar com elas. O ruim é dar para o bebê comida industrializada para adultos ou crianças mais velhas. E está aí outro motivo importante para maneirar no sal quando estiver cozinhando.
Conforme seu filho vai crescendo, é inevitável que comece a comer produtos industrializados como bolachas, salgadinhos, molhos prontos... E muita coisa possui bastante sódio, embora não seja nem salgada, porque o sódio ajuda a conservar os alimentos e realçar o sabor. Veja o que você pode fazer: Faça a comida sempre com pouco sal Não exagere nas comidas industrializadas: queijo processado, alimentos enlatados, salgadinhos, frios, embutidos e bolachas salgadas Leia os rótulos das embalagens.
Um bom truque é comparar a porcentagem de sódio na dieta recomendada com os outros parâmetros, como gordura, calorias etc. Se o número para o sódio for muito maior que os outros, o alimento não é muito saudável em termos de sal e deve ser consumido com moderação. É bom saber que 1 g (ou 1000 mg) de sódio equivale a 2,55 g de sal. Há várias comidas com pouco sal, com as quais você não precisa se preocupar, se fizer em casa: frutas, legumes, verduras, carne, frango, peixe, ovos, leite, arroz, macarrão simples... Quando você começar a ler os rótulos, logo vai saber quais são os produtos que têm muito sódio, para usá-los só de vez em quando.
Fonte: Baby Center
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