sexta-feira, 13 de maio de 2016

COMO LIDAR COM O CIÚME ENTRE IRMÃOS

Frase comum de ouvirmos no consultório: “Dr. Meu filho mais velho era tranqüilo até o nascimento de seu irmãozinho... Desde o nascimento, briga por tudo, é desobediente, mal educado. Já tentei de tudo: dar presentes, passear com ele, chamá-lo para me ajudar com o mais novo, mas nada funcionou!!!! O que posso fazer?” Aqui seguem alguns conselhos para todos. Logicamente, cada caso é diferente do outro, mas tente seguir estas dicas, pois poderá funcionar com você.

 Maneire nos castigos: 
Não coloque de castigo todas as vezes que ele aprontar algo. Isto pode piorar os ciúmes dele. Esta é um ferramenta que ele tem para chamar a sua atenção. Tenha paciência e tente colocar-se no lugar dele. Não é fácil para ele, que até então era filho único e dono do pedaço, ter que dividir tudo, principalmente a atenção dos pais. Converse bastante com ele. Se isto mão resolver, dá próxima vez você o coloca de castigo, mas sempre explicando o porquê.

 Reserve alguns momentos só com o mais velho 
Lembre que muitas vezes é isso que ele pode querer, mãe e/ou o pai somente para ele. Deixe o mais novo por algum tempo com uma avó, por exemplo, e sente para brincar, para contar uma estória, para dar um banho. Nada precisa ser muito demorado, mas é fundamental que vocês fiquem a sós e não sejam interrompidos pelo irmão mais novo


Dê responsabilidade 
Faça com que seu filho mais velho sinta-se importante no processo de cuidar do caçula. Dê responsabilidades para ele, sem nunca exagerar. Use frases do tipo: “Mamãe/Papai vai à cozinha. Você fica de olho no seu irmão que está no berço? Se ele chorar ou quiser alguma coisa você me avisa? Afinal, você é o mais velho...”. E não se esqueça de quando ele te chamar sempre mostrar a importância dele no processo – “Muito obrigado, o que seria da Mamãe/Papai sem a sua ajuda?”. 

Enxergue como algo natural 
É natural que exista a competição com o mais novo para chamar a atenção. Nós adultos, fazemos a mesma coisa, em determinadas situações. Fale que ama os dois com a mesma intensidade e freqüência, e sempre frise que eles são os melhores amigos.


Converse muito 
Explique para o mais velho que a rotina da casa mudou, que foi assim quando ele (mais velho) nasceu . Fale que isto é uma fase passageira e que logo o caçula irá crescer e todos irão brincar juntos. É muito importante que os pais estendam o que está se passando na cabecinha do filho(a) mais velho. Sempre o chame para ajudar nos cuidados.

Deixe que ele participe de todos os processos. Ele pode pegar a fralda na hora da troca, deve participar do banho. Coloque-o em todos os processos, para que ele não se sinta excluído e sinta-se importante e valorizado. Mostre o quanto ele pode ser autônomo nos cuidados com seu irmãozinho. Ele se sentirá valorizado por ser o irmão mais velho e não sofrerá com ciúmes. Não é interessante dar presentes em momentos de crise, pois seu filho continuará desobediente e poderá entender ainda que, para toda crise, irá receber algo em troca. Saber lidar com a frustração e o sofrimento é uma lição para a vida toda.

FONTE: Pediatria em Foco

quarta-feira, 11 de maio de 2016

VACINA CONTRA A CATAPORA

A vacina combate o vírus causador da catapora e é feita com o vírus varicela-zoster atenuado. Ela não é considera obrigatória e não está incluída no Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde. Em 2013 ela foi adicionada à vacina tríplice viral, formando a vacina tetra viral e passou a ser oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Doenças que a vacina contra Varicela previne 
A catapora é uma doença comum em crianças e adultos. Uma pessoa com catapora podem apresentar centenas de bolhas que causam coceira, se rompem e encrostam. A maioria dos casos de catapora ocorre em crianças menores de 10 anos. A doença costuma ser moderada, embora possam ocorrer sérias complicações em alguns casos. Normalmente, os adultos e as crianças mais velhas ficam mais gravemente doentes do que crianças menores. O principal sintoma são as bolinhas que aparecem na pele. Uma criança comum chega a desenvolver de 250 a 500 bolhas pequenas que coçam sobre os pontinhos vermelhos na pele. A catapora é facilmente transmitida para outras pessoas. O contágio acontece através do contato com o líquido da bolha ou através de tosse ou espirro. Geralmente, a vacina previne a doença completamente ou a torna muito moderada. Mesmo aqueles que estão infectados com uma versão moderada da doença podem ser contagiosos.

Indicações 
Ela normalmente é indicada para crianças a partir dos doze meses e não tem limite de idade. É mais recomendada para proteção de crianças expostas em ambientes hospitalares, a profissionais de saúde, a pessoas que convivem com imunodeprimidos, a pessoas que fazem uso prolongado de ácido acetilsalicílico e em pessoas com doenças que podem conduzir à imunodepressão. No caso de adultos, ela é indicada apenas quando não há histórico dessa imunização na infância.

Grávida pode tomar essa vacina? 
Para as grávidas, a contraindicação perde lugar caso ela esteja sob o risco de exposição a alguma doença. Principalmente porque vacinas com vírus são extremamente perigosas para o feto.

Doses necessárias
Ela é aplicada em uma dose dada aos 12 meses e depois reforçada entre os 2 e 4 anos, porém esse reforço não é obrigatório. No caso de adultos, são indicadas duas doses com 3 meses de intervalo.

MAIS INFORMAÇÕES: Minha Vida.com

terça-feira, 10 de maio de 2016

O PERIGO DA DOUTRINAÇÃO NAS ESCOLAS

No Brasil, hoje, as noções transmitidas de política e cidadania estão flagrantemente contaminadas de conceitos marxistas, particularmente no ensino de nível médio. O que se ensina nas aulas de História, Sociologia, Geografia, e mesmo em Literatura ou Filosofia, não passa de doutrinação.

CLARA PROPAGANDA POLITICO-IDEOLOGICA EM CADA PÁGINA DESSES LIVROS
Na maioria dos Estados, a rede pública de ensino está sob controle de docentes sindicalistas, militantes partidários.Os textos escolares, quase sem exceção, empregam o vocabulário marxista, mesmo o mais ortodoxo, como “consciência de classe”, “luta de classes”, “modos de produção”, “exploração internacional”, “imperialismo americano” e a rotineira demonização do Capitalismo.

 O aluno que chega à Universidade vem viciado nos esquemas mentais apreendidos de seus mal-formados mestres de Ciências Humanas. No nível superior vão deparar-se igualmente com professores assumida ou sutilmente tendenciosos à esquerda.Ali já teriam critérios próprios que os poderiam imunizar, na melhor das hipóteses.

O mal porém já está feito, desde a adolescência, desde a formação de suas opiniões. Hoje, o “politicamente correto” proíbe a menor menção vexatória a religiões, culturas, raças, opções sexuais. Mas não se observa o menor escrúpulo em ridicularizar lideranças políticas e autores que não rezem segundo a cartilha esquerdizante.

Os métodos de constrangimento vão do sorriso condescendente à perda de pontos por resposta ideologicamente discordante da do respectivo professor. No discurso se propaga a intenção de “formar o cidadão crítico”; na verdade a crítica já é dada pronta, pré-fabricada. Concursos e admissão de professores dependem de critérios inquestionavelmente políticos.

Exemplos mais flagrantes disso foram observados no Estado do Rio Grande do Sul e no Distrito Federal, onde a máquina burocrática tem sido dominada há décadas por partidos de esquerda. Os textos escolares comprovam o implícito ou explícito marxismo.

Diferentes dos tradicionais manuais de História, de autores conhecidamente eruditos, os atuais textos didáticos são produzidos em autoria coletiva, portando mínima ou nenhuma titulação. A indústria do livro escolar, seja dito de passagem, de consumo obrigatório e em grande escala, será um dos melhores negócios nas atuais circunstâncias.

CUIDE DA EDUCAÇÃO DO SEU FILHO!

segunda-feira, 9 de maio de 2016

CHUPAR O DEDO OU CHUPETA DEFORMA A BOCA?

Sim, é verdade, porque o hábito de chupar o dedo ou a chupeta estimula um crescimento anormal e uma alteração no desenvolvimento do osso do palato (céu da boca).

Por outro lado, se a chupeta for removida até os 3 anos, estas alterações tendem a voltar à normalidade. Crianças que chupam o dedo ou chupeta até a troca dos dentes de leite geralmente precisam de aparelho ortodôntico.

Outro efeito frequente de quem chupa chupeta ou dedo por muitos anos é a má posição da língua, que acaba provocando problemas na deglutição e na fala, com necessidade de correção com fonoaudiólogo.

 O ideal é iniciar o processo de remoção da chupeta ou do dedo aos 2 anos, para ter mais certeza de chegar aos 3 anos sem nenhum deles. Quanto antes a chupeta for embora, menos a criança vai sofrer, porque não terá havido tanto a perpetuação do hábito. Tenha em mente que sugar é um ato natural para bebês, e ajuda a acalmá-los.

Por isso a chupeta ou dedo na boca podem acabar sendo quase inevitáveis para crianças "sugadoras", que tenham essa necessidade muito exacerbada. Se o seu filho não consegue se tranquilizar sem a chupeta, procure limitar ao máximo o uso, deixando-o reservado somente para aqueles momentos mais críticos, como na hora de dormir.

 Jamais molhe a chupeta no açúcar ou no mel para dar à criança, porque causa cárie. Além disso, o mel pode conter bactérias perigosas ao organismo de bebês. Leia também nossos artigos sobre como ensinar a criança a usar o copo e o que é pior: chupeta ou dedo? 

FONTE:Baby Center

sexta-feira, 6 de maio de 2016

HOMESCHOOLING - ENSINO DOMÉSTICO

O Estatuto da Criança e Adolescente, que é uma lei ordinária, diz: “Os pais ou responsáveis têm a obrigação de matricular seus filhos ou pupilos na rede regular de ensino” (art. 55).

Mas a Declaração Universal dos Direitos Humanos e a Convenção Americana dos Direitos Humanos (Pacto de São José da Costa Rica), que são tratados internacionais ratificados pelo Brasil, dizem o contrário e, portanto, prevalecem: “Os pais têm prioridade de direito na escolha do gênero de instrução que será ministrada a seus filhos” (artigo 26.3 da Declaração Universal dos Direitos Humanos).Os pais e, quando for o caso, os tutores, têm direito a que seus filhos e pupilos recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.” (Artigo 12.4 da Convenção Americana dos Direitos Humanos).

 O ensino doméstico é uma alternativa à escola; qualquer família pode optar por esta via. No ensino doméstico, os pais decidem ser os principais responsáveis pela educação dos seus filhos em vez de a delegarem à escola - por lei, este é um dos seus direitos. A maioria das pessoas manda os filhos para a escola para estes serem educados mas, ao contrário da crença popular, educar os filhos em casa é legal e razoável. Se vocês pensam que não são suficientemente ricos para educar em casa, lembrem-se que milhões de famílias pelo mundo fora estão, neste momento, praticando o ensino doméstico.

A maioria dos pais-educadores não são professores de profissão. Ao penetrarem nesta via depressa descobrem como a realidade do ensino doméstico é diferente das expectativas ou medos que inicialmente tinham. Quando começam a praticar o ensino doméstico descobrem que podem concentrar-se apenas nas áreas que querem, quando querem, que não é caro, que as crianças não se sentem sozinhas, que podem fazer exames se quiserem, e que é possível educar crianças com necessidades especiais.

Vimos que não há qualquer óbice jurídico ao homeschooling no Brasil. Sendo assim, os pais poderiam adotar o método da educação em casa desde já, sem que para isso fosse necessária qualquer mudança legislativa. Porém, a coisa é um pouco mais complicada. O problema, quase sempre, é fazer valer esse direito dos pais. Os diplomas internacionais citados, plenamente válidos e eficazes no Brasil, são ignorados até pelos juízes, que continuam a usar o ECA para forçar a matrícula das crianças.

Os empecilhos são muito mais políticos, culturais e ideológicos do que jurídicos. Mas creio que nem tudo está perdido. Cabe aos pais zelosos recorrer aos tribunais contra a tirania. Quanto mais processos houver, quanto mais o tema for ventilado na imprensa, na internet e nas esquinas, maior a chance de obter resultados favoráveis.

Trata-se de uma guerra cultural a ser travada, com boas possibilidades de vitória. Afinal, não deve ser difícil compreender que a educação é assunto da família e da sociedade, não de burocratas do estado.

FONTES: https://tercalivre.com/2015/04/02/homeschooling-liberado/ E http://aprendersemescola.blogspot.com.br/2009/01/o-que-o-ensino-domstico.html

quinta-feira, 5 de maio de 2016

ADOLESCÊNCIA DO BEBÊ - PARTE 2

Confira a parte 2 da nossa matéria!

5. Todas as crianças passam por isso?
Não é uma regra. Algumas crianças demonstram essas características mais intensamente do que outras.

6. Como agir quando a criança se joga no chão e grita em um lugar público, como o supermercado ou o shopping?
Primeiramente, descarte palmadas, tapas, puxões de orelha ou qualquer outro comportamento agressivo para tentar conter uma birra. Antes de sair, converse com o seu filho e o contextualize sobre o passeio. Se for supermercado, por exemplo, diga como espera que ele aja, o que ele poderá pegar para si etc.

Se forem a um restaurante, faça o mesmo, explique aonde vão, como espera que a criança se comporte e as consequências para o seu mau comportamento. Jamais ceda às manipulações, como choros, pedidos de ajuda e reclamação de possíveis desconfortos. Avise-o de que só vai conversar depois que ele se acalmar. Opte por disciplinar a criança após a birra, que é o momento em que ela está colocando para fora sua frustração e seu descontentamento. Após ela parar de fazer a birra, você se abaixa para conversar. É sempre muito importante que a criança compreenda o que fez e o porquê de sua ação.

Evite dar broncas e repreender seu filho na frente de outras pessoas para que ele não se sinta constrangido e você também. Uma dica bacana para mudar o foco da birra é chamar a atenção da criança para outra situação. Mostre um objeto ou comece a falar de outro assunto. Ignorar a birra costuma dar ótimos resultados. Em lugares públicos, se a birra persistir e você estiver se sentindo constrangida, tire o seu filho do ambiente sem demonstrar irritação e sem conversar. Sua atitude mostrará desaprovação.

7. O que fazer quando o pequeno bate nas pessoas quando é contrariado?
Esse “bater” normalmente é a expressão do seu descontentamento, o que, no caso, não é aceitável. É importante ressaltar que as crianças, assim como nós, adultos, também ficam bravas, tristes, frustradas e chateadas — isso é natural do ser humano. Ao longo da vida, ela vai se deparar com diversas situações que despertarão esses sentimentos nelas e a infância é a melhor fase para aprender a lidar com esses sentimentos inevitáveis.

Assim, se quiserem contribuir de modo positivo com o desenvolvimento emocional e psicológico dos pequenos, os pais devem parar de tentar poupá-los de situações frustrantes e passar a explicar esses sentimentos, apontando caminhos para que consigam lidar com eles. A criança não nasce sabendo lidar com seus sentimentos, ela testa suas ações e vai construindo seus modos de agir. Quando ela bate em alguém, imediatamente deve ser contida e, em seguida, os pais devem abaixar-se na altura da criança, olhar fixo em seus olhos e com voz firme conversar que entendem que o pequeno esteja bravo, mas que sua atitude é inaceitável. Explique que, se aquilo voltar a acontecer, haverá consequências negativas para ela, citando quais serão. Lembre-se de que essas consequências deverão ser algo possível de ser feito porque, se a criança repetir o comportamento desaprovado, você deverá cumprir o que falou.

8. E quando a criança bate com a cabeça na parede ou faz coisas para se machucar porque ouviu um “não”? 
Em geral, as crianças recorrem a esse tipo de autoagressão como mais uma tentativa de conseguir a atenção dos adultos e, quase sempre, conseguem porque descobrem que esse comportamento provoca comoção nos pais. Por mais que possa preocupar, os pais devem manter a ideia de que “sem plateia não há show”.

O ideal é conter a ação da criança sem dar atenção ou demonstrar comoção pela atitude. Você pode, por exemplo, colocar um travesseiro ou uma almofada embaixo da cabeça dele e sair de perto, ou tire o pequeno do local onde está sem conversar e coloque-o em um ambiente mais seguro. Sem conseguir chamar sua atenção com a autoagressão, a criança vai buscar outras possibilidades, como apagar e acender a luz, ligar e desligar equipamentos eletrônicos etc. Só fique atenta para a possibilidade de esse comportamento estar refletindo algum problema emocional, que, aí sim, merece a atenção dos pais.

Se a criança começar a apresentar comportamentos autodestrutivos, como se arranhar, bater em sua cabeça e puxar os cabelos, frequentemente em situações cotidianas, vale a pena consultar um especialista porque isso pode indicar uma tentativa da criança de evitar o contato com algo que esteja lhe causando angústia.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

ADOLESCÊNCIA DO BEBÊ - PARTE 1

O fenômeno é comum e tem até nome: adolescência do bebê. É quando a criança se dá conta de que é um indivíduo e luta para conquistar o seu espaço – gritando, batendo nos outros ou se jogando no chão. Cabe aos pais ter muita calma, paciência e ensinar que esse comportamento não leva a nada.

Em outras palavras, estabelecer limites. Para ajudá-la a lidar com essa situação tão complicada, conversamos com a psicopedagoga Larissa Fonseca, de São Paulo.

1. O que é a chamada “adolescência do bebê”? 
A adolescência do bebê, primeira adolescência ou o famoso “terrible twos” – terríveis dois anos, em inglês –, é a fase em que a criança passa a se comportar de modo opositivo às solicitações dos pais. De repente, a criança que outrora era tida como obediente e tranquila passa a berrar e espernear diante de qualquer contrariedade. Bate, debate-se, atira o que estiver à mão e choraminga cada vez que solicita algo. Diz não para tudo, resiste em seguir qualquer orientação, a aceitar com tranquilidade as decisões dos pais, para trocar uma roupa, sair de um local ou guardar um brinquedo. Para completar, não atende aos pedidos e parece ser sempre do contra.

2. Esse comportamento é comum em qual idade? 
Normalmente, acontece a partir de 1 ano e meio até os 3 anos de idade.

3. Existe alguma causa? 
A causa para esse período é simplesmente o próprio desenvolvimento natural da criança. A fase dos 2 anos de idade é um período de grandes mudanças para ela. Até então, o pequeno seguia os modelos e as decisões dos pais. Gradualmente, ele passa a se perceber como indivíduo, com desejos e opiniões próprias, e isso gera uma enorme necessidade de tomar decisões e fazer escolhas por si. Sem dúvida, isso acaba gerando uma grande resistência em seguir os pedidos dos pais. Não é exatamente uma ação consciente da criança, mas uma tentativa de atender a esse desejo interior, a essa descoberta de si como um ser independente dos pais.

No entanto, ao mesmo tempo em que ela quer tomar suas decisões, ainda tem muitas dificuldades para fazê-lo, dado que ainda não tem maturidade suficiente. Ela discorda até dela mesma! Se você pergunta o que ela quer comer, naturalmente ela responderá: “Macarrão”. Mas, quando você chega com o prato de comida, ela diz: “Eu não quero isso!” Suponha que você está com pressa para ir a algum lugar. Seu filho está de ótimo humor até você dizer: “Preciso que você entre no carro agora”. Ele fará tudo, menos atender a sua solicitação.

É uma fase difícil para os pais e também para os pequenos. É uma experiência intensa emocionalmente e repleta de conflitos, pois, ao mesmo tempo em que a criança busca essa identidade, ela não quer desagradar seus pais — por mais que isso não pareça possível.

4. Existe alguma maneira de evitar que o bebê passe por isso? 
Não há a necessidade de tentar evitar esse período e nem há como fazê-lo. O importante é conhecer e lidar de modo construtivo com essa fase dos pequenos.

CONFIRA A PARTE 2!!!

Veja Também

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...