segunda-feira, 20 de junho de 2016

COMO PROTEGER SEU BEBÊ DOS MOSQUITOS

Posso usar repelente em meu filho de 2 meses? 

A maioria dos pediatras prefere que esse tipo de produto, mesmo os específicos para bebês, só seja usado depois dos 6 meses. As substâncias químicas presentes no repelente podem ser prejudiciais ao bebê e provocar reações alérgicas, já que nessa idade a pele é ultradelicada. Além disso, as substâncias podem ser absorvidas e provocar reações tóxicas.

 Em situações de surto de doenças transmitidas por mosquitos, a orientação do pediatra pode mudar. Mas cada caso é um caso. Converse com o médico de sua confiança para receber orientações específicas para o seu filho. A medida mais importante para afastar mosquitos que transmitem doenças é proteger a casa, eliminando qualquer tipo de criadouro com água parada. Para afastar os mosquitos do quarto da criança, o método mais inofensivo à saúde é o uso de telas nas janelas e, para bebês que ainda não ficam de pé, é o uso de telas e mosquiteiros.

Aparelhos de tomada que liberam inseticida podem ser prejudiciais nessa idade. Se precisar usar o aparelho, o recomendado é ligá-lo O ideal é ligar o aparelho quando a criança não estiver no quarto, e depois desligá-lo. Se não houver outra saída, deixe o aparelho longe do berço do bebê, e não deixe de consultar o pediatra. Outra opção é passar a loção repelente no lado externo da roupa da criança, tomando o cuidado para não aplicar em tecidos que ela possa colocar na boca.

Velas de citronela também podem ser usadas, quando o bebê não estiver no quarto. Mantenha o bebê vestido com roupas leves e de preferência claras, cobrindo a maior parte do corpo. Prefira tecidos naturais, que não esquentem demais no calor e permitam a respiração da pele.

 Como os repelentes contra mosquitos agem? 

Os repelentes não matam os mosquitos. QMas, quando passados na pele, os repelentes impedem que os mosquitos piquem, por um período limitado. A duração desse período depende das substâncias químicas de que o produto é feito, e também de outros fatores, como a umidade ou o tipo de pele da pessoa. O mosquito também pode se "acostumar" com o cheiro do repelente, e aí a eficácia diminui. 

Quais são as opções? 

Os repelentes e inseticidas podem ser feitos a partir de substâncias químicas sintéticas ou de produtos naturais, como a citronela. O fato de ser natural, porém, não quer dizer que o produto não possa produzir irritações. Também existem dispositivos que emitem ondas de ultras-som ou eletromagnéticas para repelir insetos. Os elétricos só funcionam em ambientes fechados, e pode ser necessário mais que um aparelho para cobrir toda a área. Também é preciso haver uma porta ou janela aberta para os insetos saírem do cômodo. Como o som é inaudível para os seres humanos, eles aparentemente são seguros para o uso com bebês. Existem algunsComeçam a surgir também modelos a pilha, que podem ser levados com a pessoa ao ar livre, mas nesse caso a eficácia não é garantida. 

Fonte: Baby Center

sábado, 18 de junho de 2016

MEU NENÉM ESTÁ FICANDO CARECA! E AGORA?!

Meu neném está ficando careca! O que está acontecendo? É normal os bebês perderem o cabelo nos primeiros seis meses. Isso acontece porque o ciclo capilar tem três fases: crescimento, repouso e queda.

Nos recém-nascidos, todos os folículos capilares entram no período de repouso ao mesmo tempo. (O mesmo processo muitas vezes afeta a mãe depois do nascimento do bebê.) Essa calvície gradativa normalmente é atribuída a fatores hormonais. Antes de nascer, o feto possui alta concentração de hormônios sexuais, provenientes da mãe.

Depois do parto, esses níveis caem e o cabelo do bebê cai junto. O bebê também pode ter falhas no couro cabeludo (principalmente atrás da cabeça) por dormir na mesma posição, ou por preferir virar o pescoço para um lado só quando está deitado. À medida que ele começa a se movimentar mais, principalmente quando começa a sentar, esse tipo de falha desaparece. Às vezes a criança nasce com um monte de cabelo, escuro e liso, e o cabelo vai caindo e enche o lençol do berço. Quando o cabelinho novo nasce, ele pode vir numa cor totalmente diferente, e com outra textura também (mais fino, mais grosso, crespo).

A queda de cabelo pode ser preocupante? Queda de cabelo em excesso depois dos 6 meses deve ser mencionada ao pediatra, porque pode indicar um problema nutricional ou médico. Meu filho está totalmente careca. O que faço? Não há muito o que você possa fazer. Muitos bebês são carequinhas, e às vezes ficam assim até depois do primeiro aniversário. Se você olhar bem de perto, provavelmente vai enxergar um cabelo bem fininho. Se alguém fizer comentários maldosos, ignore, e aproveite para encher a careca do bebê de beijos. Logo logo ele terá bastante cabelo.

 Caso você perceba que há pontos mais carecas relacionados à posição de dormir, experimente alternar a posição do bebê no berço durante as sonecas ao longo do dia e o sono da noite. Em vez de colocá-lo para dormir sempre com a cabeça virada para a cabeceira, coloque-o também com a cabeça virada para o outro lado do berço. Apesar de o bebê estar de barriga para cima (posição recomendada pelos especialistas), existe um movimento natural de virar a cabecinha para o lado para olhar para fora do berço, o que o levará a apoiar a cabeça em áreas diferentes.

Fonte: Baby Center

quinta-feira, 9 de junho de 2016

5 APLICATIVOS PARA PAIS DE 1ª VIAGEM

A tecnologia dos smarthphones chegou para facilitar a vida de muita gente — inclusive das mamães e papais de primeira viagem. Se você adora contar com a ajuda desse eletrônico no seu dia a dia, que tal conhecer cinco aplicativos que são imperdíveis para os primeiros meses dos pais de primeira viagem?

Aleitamento 

Esse é um aplicativo gratuito para quem tem iPhone e é um dos favoritos das mães de primeira viagem. Ele ajuda a controlar os horários das mamadas do seu bebê e ainda compartilha dicas importantes sobre esse processo de adaptação da criança ao leite materno, ensinando a mãe a lidar com cólicas e até como influenciar o seu filho a pegar melhor o peito. Como o aplicativo é brasileiro, ele também conta com um mapa que identifica bancos de leite na sua região para que você possa procurar a ajuda desse serviço ou doar o excesso de leite materno produzido por você. 

Bebê Conecta 

Para um pai e uma mãe de primeira viagem, a tarefa mais difícil de controle da saúde do bebê é monitorar todas as informações que são importantes para repassar ao pediatra nas consultas de rotina do primeiro ano de vida da criança.

O app Bebê Conecta é uma ótima maneira de colocar todas essas informações em um lugar só, já que ele permite que os pais registrem o número de mamadas realizadas por dia, quantas vezes a fralda está sendo trocada, qual a qualidade do sono da criança e se ela já está tendo contato com alimentos sólidos. O app ainda ajuda na análise dessas informações através da elaboração de gráficos e listas que podem ser compartilhadas por e-mail.

Caixa de Remédios 

Todos os pais de primeira viagem se sentem completamente perdidos quando é chegada a hora de usar alguma medicação para tratar doenças ou desconfortos no seu bebê. Esse aplicativo é um ótimo auxilio para os pais compreenderem melhor quais remédios podem ser oferecidos ao bebê, ajudando também a marcar os horários de aplicação da medicação, sem correrem o risco de se esquecerem de alguma dosagem.

 Apesar de bastante útil, é importante lembrar que o objetivo do Caixa de Remédios não é substituir a visita e a orientação do médico, mas sim ajudar a realizar o tratamento da criança com mais segurança.

Vacinação em Dia 

Esse é um app muito útil para ajudar pais de primeira viagem (e até aqueles mais experientes) a coordenar o calendário de vacinas de seu filho.

O app fornece informações sobre as campanhas de vacinação do SUS (inclusive disponibilizando lembretes para campanhas que são anuais ou sazonais) e você ainda pode registrar quais das doses já foram aplicadas no seu filho, tendo um controle melhor de quais vacinas a criança já tomou ou precisa tomar.

Baby Mimo 

Nem só de utilidades vivem os aplicativos para os pais de primeira viagem. É possível também encontrar apps que ajudam esses pais a fazer anotações e registrar memórias sobre todo o processo de crescimento da criança, funcionando como um livro do bebê.

 Com o app Baby Mimo você pode acompanhar a evolução do peso, da altura e do nascimento dos dentes do seu filho, além de registrar muitas fotos dessa deliciosa fase da vida da criança!

Fonte: TrocaFone 

quarta-feira, 8 de junho de 2016

AS MELHORES FRUTAS PARA A ALIMENTAÇÃO DO SEU FILHO


As frutas são ricas em uma série de nutrientes que são fundamentais para a boa formação dos pequenos. É por isso que elas devem fazer parte da sua nutrição em casa e também estarem presentes na lancheira escolar. Dar frutas para crianças é entregar em uma forma doce e saborosa uma grande quantidade de água, vitaminas e sais minerais, fundamentais para o equilíbrio do sistema imunológico infantil e dos hormônios e substâncias produzidos pelo corpo.

É importante lembrar que níveis elevados de colesterol e glicose são muito comuns em crianças. Outro componente muito importante das frutas é o açúcar, em forma de frutose. Ele ajuda a dar energia para que as crianças possam realizar as atividades diárias da melhor forma possível. Os carboidratos presentes nesses alimentos também contribuem com a mesma função. Quanto mais energia as crianças tiverem, mais facilmente elas aprenderão coisas novas e colocarão em prática o que aprenderam.

 Um benefício das frutas para crianças é a grande quantidade de fibras que esses alimentos carregam. O metabolismo infantil às vezes pode sofrer avarias quando os pequenos ingerem algum alimento ao qual não estão acostumados.

As fibras das frutas ajudam a manter o intestino sempre funcionando, independente das mudanças na dieta. Além disso, as proteínas contidas nas frutas, ajudam na construção da musculatura infantil. A base muscular e a resistência que serão levadas pela vida inteira são preparadas na infância e ofertar frutas para crianças é uma boa forma de ajudar nesse processo. As proteínas ajudam na construção muscular.

Os músculos, por sua vez, são os responsáveis pela sustentação do nosso corpo.

 Frutas para crianças: melhores opções 

Existem algumas frutas, em particular, que precisam estar presentes na rotina alimentar das crianças. Esses alimentos são fundamentais para que o corpo funcione corretamente. 

Laranja 
Rica em vitamina C e minerais, a laranja já deve entrar na rotina de hábitos alimentares desde a primeira infância. Além de ajudar na digestão, devido a sua acidez, essa fruta ainda é muito benéfica para o sistema imunológico.  Dessa forma, ela ajuda a combater uma série de doenças que acometem as crianças, como gripes e resfriados. É importante lembrar apenas que, quando as crianças são pequenas, não devem comer muito do bagaço da fruta.

 Banana 
 Essa fruta é, geralmente, a primeira com a qual as crianças têm contato. Doce e com textura mole, ela é de fácil deglutição, mesmo que os pequenos ainda não possuam dentes. A banana possui muito potássio, substância importante na formação da estrutura óssea humana. Além disso, a fruta dá energia, por ser um carboidrato de absorção mais lenta.

 Mamão 
O mamão também é inserido na alimentação antes de a criança completar o primeiro ano de vida e deve se manter na dieta ao longo de todos os anos. Ele é composto por uma alta quantidade de fibras e é muito importante na maturação do sistema digestivo das crianças, principalmente para o intestino, na formação do bolo fecal. É importante ressaltar que não se pode dar frutas para crianças sem antes consultar o pediatra. Avalie as quantidades de cada fruta que o seu filho deve comer e procure balancear a dieta, variando cada alimento, para que a criança possa receber todos os nutrientes necessários.

O TIPO DE AÇÚCAR IDEAL PARA CRIANÇAS

Cristal, Demerara, Refinado ou Mascavo? Essa dúvida é muito comum, principalmente quando diz respeito aos nossos filhos. Queremos o melhor para eles, e com a escolha certa, vamos fazer um grande bem à saúde dos pequenos. A diferença entre os açúcares aparece principalmente na cor e na composição nutricional.

Sempre digo sobre a regrinha: quanto mais escuro for o açúcar, melhor ele é. Pois ele está mais perto do seu estado bruto, sendo que possuem mais vitaminas e sais minerais. O açúcar quanto mais branco, mais aditivos químicos ele recebeu. Os aditivos químicos retiram a maioria dos nutrientes. Para comparação, segue um exemplo:

* 100gr de açúcar mascavo: 85 mg de cálcio, 29mg de magnésio, 22mg de fósforo e 346mg de potássio. * 100gr de açúcar refinado: encontra-se no máximo 2mg de cada um dos nutrientes citados. 

Algumas mães sempre me perguntam como adoçar sucos em restaurantes, pois muitas vezes o açúcar cristal, refinado ou mesmo o adoçante (ciclamato de sódio) são os tipos mais encontrados nas mesas. A única solução para esta situação é os pais levarem os sachês para adoçar. Não pensem que é neura, mas conheço muitas pessoas que utilizam desta tática.

 Tipos de açúcar: 

 1) Açúcar Mascavo: É o açúcar na sua forma bruta, úmido e o mais escuro. É extraído logo após o cozimento do caldo de cana. Ele não passa pelo processo de refinamento, conservando assim, suas propriedades nutricionais. Seu gosto é semelhante ao do caldo de cana, não são todas as pessoas que se acostumam ou apreciam.

 2) Açúcar Demerara: Esse açúcar passa por um processo leve de refinamento, não recebe nenhum aditivo químico. Seu grão é um marrom claro, seu gosto é bem semelhante ao açúcar cristal e possui um valor nutricional elevado.

 3) Açúcar Orgânico: O diferencial desse açúcar é que a cana utilizada na fabricação é cultivada sem fertilizantes químicos. Não utiliza ingrediente artificial em nenhuma etapa do ciclo de produção. Seu grão é marrom claro e suas propriedades nutricionais são elevadas. É um dos açúcares mais caros.

 4) Açúcar Cristal: Passa pelo processo de refinamento leve, retirando uma quantidade significativa dos nutrientes. Seu grão é grosso e transparente. Por ter um preço acessível e render bastante, é um dos açúcares mais utilizados.

 5) Açúcar Refinado: É muito conhecido como açúcar branco, também um dos mais utilizados. Facilmente encontrado em supermercados e mercearias. No processo de refinamento, aditivos químicos como o enxofre fazem o produto ficar branco e delicioso. Esse processo retira praticamente todas as vitaminas e sais mineirais, seixando apenas as calorias vazias (alimento com quantidade elevada de caloria, porém sem nenhum nutriente).

Fonte: Blog da Debs

sexta-feira, 3 de junho de 2016

AS BONECAS MACABRAS "MONSTER HIGH"

O mercado do entretenimento infantil está, a cada dia, a nos chocar. As bonecas da linha "Monster High" já se destacam, há um bom tempo, por apresentarem "bonecas monstro". Imagine sua filha brincando com a filha do drácula, do frankstein e de toda sorte de monstros e mais monstros.

Mas agora, eles se superaram! Lançando no mercado uma boneca de duas cabeças!?

Cuidado senhores pais! O mercado do entretenimento quer formar a mente das futuras gerações, com ideias distorcidas dos valores que recebemos no passado.

"Ensina à criança o caminho que ela deve seguir; mesmo quando envelhecer, dele não se há de afastar." (Provérbios 22,6)

A criança é uma benção na vida dos pais, mas infelizmente existem alguns que não dão o devido valor a essa criaturazinha tão dependente. Mas Deus deixa claro em Sua Palavra, e nós como pais temos que ensinar e cuidar com muito amor e carinho nossos filhos.

Portanto, senhores pais, observem seus filhos, o que leêm, com o que brincam, pois a educação de nossos filhos e o seu futuro está em nossas mãos!

CUIDADO COM OS BRINQUEDOS DO SEU FILHO

Uma moradora da cidade de Dayton, no estado americano de Ohio, ficou chocada ao comprar um brinquedo e descobrir algo macabro: a imagem de uma criança supostamente endemoninhada, tentando suicídio com uma faca no pulso. Mesmo com o susto, ela resolveu investigar o negócio.

 A mulher conta que comprou o brinquedo – uma varinha mágica – para uma das filhas e tomou um susto enorme logo depois das filhas começarem a usar. Uma delas mexeu na varinha e um papel laminado caiu, revelando a imagem do mal. Uma menina com sangue nos olhos, sangue na boca, e tentando cortar os pulsos com uma faca. Pior: ela parece muito alegre em tentar cometer suicídio.

 Até a repórter de uma rede de TV americana se surpreendeu com a malignidade inserida no brinquedo. Quem olha de longe, não repara que algo tão macabro está escondido por trás da inocente varinha. Nicole Allen, a mãe que comprou o brinquedo, afirmou “que ficou indignada com a imagem”, principalmente pela sugestão de suicídio.

Mas alguns não viram qualquer problema nos brinquedos, como o dono da loja onde ele foi comprado. Amar Moustafa, o proprietário do comércio, afirmou que o brinquedo é adequado para crianças entre 5 e 10 anos, porém, no produto há especificações de que a varinha é recomendada para crianças “acima de 3 anos”.

A questão é que, tanto uma faixa de idade quanto a outra, não deveria ter contato com brinquedos assim. A varinha macabra é só mais um na onda de novos brinquedos amaldiçoados. Outro bem famoso, que até ganhou filme recentemente, é a Anabelle, que despertou medo até em investigadores paranormais. Annabelle foi comprada em uma loja de artigos usados pela mãe de Donna, na época uma estudante de enfermagem que dividia um apartamento com Angie, também estudante da área de saúde. Donna a colocou na cama como um enfeite, mas só começou a reparar nela quando coisas bizarras começaram a ocorrer.

 Elas relatam que Annabelle começou a se mexer na cama, além de perceberem que a boneca nunca estava no lugar onde colocavam. Além disso, após um tempo passaram a ter pesadelos constantes. O boneco do Fofão foi outro apontado como macabro há algumas décadas. O personagem infantil fez muito sucesso na época, mas uma lenda urbana corrente afirmava que ele tinha um punhal dentro dele.

O palhaço do filme Poltergeist também reacendeu o medo de palhaços ao redor do mundo. E os relatos de acontecimentos bizarros envolvendo os brinquedos se espalharam muito. Mito, lenda ou relatos que passam despercebidos, o fato é que todos os pais devem prestar mais atenção aos brinquedos que oferecem aos filhos. (Fonte: R7)

sexta-feira, 13 de maio de 2016

COMO LIDAR COM O CIÚME ENTRE IRMÃOS

Frase comum de ouvirmos no consultório: “Dr. Meu filho mais velho era tranqüilo até o nascimento de seu irmãozinho... Desde o nascimento, briga por tudo, é desobediente, mal educado. Já tentei de tudo: dar presentes, passear com ele, chamá-lo para me ajudar com o mais novo, mas nada funcionou!!!! O que posso fazer?” Aqui seguem alguns conselhos para todos. Logicamente, cada caso é diferente do outro, mas tente seguir estas dicas, pois poderá funcionar com você.

 Maneire nos castigos: 
Não coloque de castigo todas as vezes que ele aprontar algo. Isto pode piorar os ciúmes dele. Esta é um ferramenta que ele tem para chamar a sua atenção. Tenha paciência e tente colocar-se no lugar dele. Não é fácil para ele, que até então era filho único e dono do pedaço, ter que dividir tudo, principalmente a atenção dos pais. Converse bastante com ele. Se isto mão resolver, dá próxima vez você o coloca de castigo, mas sempre explicando o porquê.

 Reserve alguns momentos só com o mais velho 
Lembre que muitas vezes é isso que ele pode querer, mãe e/ou o pai somente para ele. Deixe o mais novo por algum tempo com uma avó, por exemplo, e sente para brincar, para contar uma estória, para dar um banho. Nada precisa ser muito demorado, mas é fundamental que vocês fiquem a sós e não sejam interrompidos pelo irmão mais novo


Dê responsabilidade 
Faça com que seu filho mais velho sinta-se importante no processo de cuidar do caçula. Dê responsabilidades para ele, sem nunca exagerar. Use frases do tipo: “Mamãe/Papai vai à cozinha. Você fica de olho no seu irmão que está no berço? Se ele chorar ou quiser alguma coisa você me avisa? Afinal, você é o mais velho...”. E não se esqueça de quando ele te chamar sempre mostrar a importância dele no processo – “Muito obrigado, o que seria da Mamãe/Papai sem a sua ajuda?”. 

Enxergue como algo natural 
É natural que exista a competição com o mais novo para chamar a atenção. Nós adultos, fazemos a mesma coisa, em determinadas situações. Fale que ama os dois com a mesma intensidade e freqüência, e sempre frise que eles são os melhores amigos.


Converse muito 
Explique para o mais velho que a rotina da casa mudou, que foi assim quando ele (mais velho) nasceu . Fale que isto é uma fase passageira e que logo o caçula irá crescer e todos irão brincar juntos. É muito importante que os pais estendam o que está se passando na cabecinha do filho(a) mais velho. Sempre o chame para ajudar nos cuidados.

Deixe que ele participe de todos os processos. Ele pode pegar a fralda na hora da troca, deve participar do banho. Coloque-o em todos os processos, para que ele não se sinta excluído e sinta-se importante e valorizado. Mostre o quanto ele pode ser autônomo nos cuidados com seu irmãozinho. Ele se sentirá valorizado por ser o irmão mais velho e não sofrerá com ciúmes. Não é interessante dar presentes em momentos de crise, pois seu filho continuará desobediente e poderá entender ainda que, para toda crise, irá receber algo em troca. Saber lidar com a frustração e o sofrimento é uma lição para a vida toda.

FONTE: Pediatria em Foco

quarta-feira, 11 de maio de 2016

VACINA CONTRA A CATAPORA

A vacina combate o vírus causador da catapora e é feita com o vírus varicela-zoster atenuado. Ela não é considera obrigatória e não está incluída no Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde. Em 2013 ela foi adicionada à vacina tríplice viral, formando a vacina tetra viral e passou a ser oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Doenças que a vacina contra Varicela previne 
A catapora é uma doença comum em crianças e adultos. Uma pessoa com catapora podem apresentar centenas de bolhas que causam coceira, se rompem e encrostam. A maioria dos casos de catapora ocorre em crianças menores de 10 anos. A doença costuma ser moderada, embora possam ocorrer sérias complicações em alguns casos. Normalmente, os adultos e as crianças mais velhas ficam mais gravemente doentes do que crianças menores. O principal sintoma são as bolinhas que aparecem na pele. Uma criança comum chega a desenvolver de 250 a 500 bolhas pequenas que coçam sobre os pontinhos vermelhos na pele. A catapora é facilmente transmitida para outras pessoas. O contágio acontece através do contato com o líquido da bolha ou através de tosse ou espirro. Geralmente, a vacina previne a doença completamente ou a torna muito moderada. Mesmo aqueles que estão infectados com uma versão moderada da doença podem ser contagiosos.

Indicações 
Ela normalmente é indicada para crianças a partir dos doze meses e não tem limite de idade. É mais recomendada para proteção de crianças expostas em ambientes hospitalares, a profissionais de saúde, a pessoas que convivem com imunodeprimidos, a pessoas que fazem uso prolongado de ácido acetilsalicílico e em pessoas com doenças que podem conduzir à imunodepressão. No caso de adultos, ela é indicada apenas quando não há histórico dessa imunização na infância.

Grávida pode tomar essa vacina? 
Para as grávidas, a contraindicação perde lugar caso ela esteja sob o risco de exposição a alguma doença. Principalmente porque vacinas com vírus são extremamente perigosas para o feto.

Doses necessárias
Ela é aplicada em uma dose dada aos 12 meses e depois reforçada entre os 2 e 4 anos, porém esse reforço não é obrigatório. No caso de adultos, são indicadas duas doses com 3 meses de intervalo.

MAIS INFORMAÇÕES: Minha Vida.com

terça-feira, 10 de maio de 2016

O PERIGO DA DOUTRINAÇÃO NAS ESCOLAS

No Brasil, hoje, as noções transmitidas de política e cidadania estão flagrantemente contaminadas de conceitos marxistas, particularmente no ensino de nível médio. O que se ensina nas aulas de História, Sociologia, Geografia, e mesmo em Literatura ou Filosofia, não passa de doutrinação.

CLARA PROPAGANDA POLITICO-IDEOLOGICA EM CADA PÁGINA DESSES LIVROS
Na maioria dos Estados, a rede pública de ensino está sob controle de docentes sindicalistas, militantes partidários.Os textos escolares, quase sem exceção, empregam o vocabulário marxista, mesmo o mais ortodoxo, como “consciência de classe”, “luta de classes”, “modos de produção”, “exploração internacional”, “imperialismo americano” e a rotineira demonização do Capitalismo.

 O aluno que chega à Universidade vem viciado nos esquemas mentais apreendidos de seus mal-formados mestres de Ciências Humanas. No nível superior vão deparar-se igualmente com professores assumida ou sutilmente tendenciosos à esquerda.Ali já teriam critérios próprios que os poderiam imunizar, na melhor das hipóteses.

O mal porém já está feito, desde a adolescência, desde a formação de suas opiniões. Hoje, o “politicamente correto” proíbe a menor menção vexatória a religiões, culturas, raças, opções sexuais. Mas não se observa o menor escrúpulo em ridicularizar lideranças políticas e autores que não rezem segundo a cartilha esquerdizante.

Os métodos de constrangimento vão do sorriso condescendente à perda de pontos por resposta ideologicamente discordante da do respectivo professor. No discurso se propaga a intenção de “formar o cidadão crítico”; na verdade a crítica já é dada pronta, pré-fabricada. Concursos e admissão de professores dependem de critérios inquestionavelmente políticos.

Exemplos mais flagrantes disso foram observados no Estado do Rio Grande do Sul e no Distrito Federal, onde a máquina burocrática tem sido dominada há décadas por partidos de esquerda. Os textos escolares comprovam o implícito ou explícito marxismo.

Diferentes dos tradicionais manuais de História, de autores conhecidamente eruditos, os atuais textos didáticos são produzidos em autoria coletiva, portando mínima ou nenhuma titulação. A indústria do livro escolar, seja dito de passagem, de consumo obrigatório e em grande escala, será um dos melhores negócios nas atuais circunstâncias.

CUIDE DA EDUCAÇÃO DO SEU FILHO!

segunda-feira, 9 de maio de 2016

CHUPAR O DEDO OU CHUPETA DEFORMA A BOCA?

Sim, é verdade, porque o hábito de chupar o dedo ou a chupeta estimula um crescimento anormal e uma alteração no desenvolvimento do osso do palato (céu da boca).

Por outro lado, se a chupeta for removida até os 3 anos, estas alterações tendem a voltar à normalidade. Crianças que chupam o dedo ou chupeta até a troca dos dentes de leite geralmente precisam de aparelho ortodôntico.

Outro efeito frequente de quem chupa chupeta ou dedo por muitos anos é a má posição da língua, que acaba provocando problemas na deglutição e na fala, com necessidade de correção com fonoaudiólogo.

 O ideal é iniciar o processo de remoção da chupeta ou do dedo aos 2 anos, para ter mais certeza de chegar aos 3 anos sem nenhum deles. Quanto antes a chupeta for embora, menos a criança vai sofrer, porque não terá havido tanto a perpetuação do hábito. Tenha em mente que sugar é um ato natural para bebês, e ajuda a acalmá-los.

Por isso a chupeta ou dedo na boca podem acabar sendo quase inevitáveis para crianças "sugadoras", que tenham essa necessidade muito exacerbada. Se o seu filho não consegue se tranquilizar sem a chupeta, procure limitar ao máximo o uso, deixando-o reservado somente para aqueles momentos mais críticos, como na hora de dormir.

 Jamais molhe a chupeta no açúcar ou no mel para dar à criança, porque causa cárie. Além disso, o mel pode conter bactérias perigosas ao organismo de bebês. Leia também nossos artigos sobre como ensinar a criança a usar o copo e o que é pior: chupeta ou dedo? 

FONTE:Baby Center

sexta-feira, 6 de maio de 2016

HOMESCHOOLING - ENSINO DOMÉSTICO

O Estatuto da Criança e Adolescente, que é uma lei ordinária, diz: “Os pais ou responsáveis têm a obrigação de matricular seus filhos ou pupilos na rede regular de ensino” (art. 55).

Mas a Declaração Universal dos Direitos Humanos e a Convenção Americana dos Direitos Humanos (Pacto de São José da Costa Rica), que são tratados internacionais ratificados pelo Brasil, dizem o contrário e, portanto, prevalecem: “Os pais têm prioridade de direito na escolha do gênero de instrução que será ministrada a seus filhos” (artigo 26.3 da Declaração Universal dos Direitos Humanos).Os pais e, quando for o caso, os tutores, têm direito a que seus filhos e pupilos recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.” (Artigo 12.4 da Convenção Americana dos Direitos Humanos).

 O ensino doméstico é uma alternativa à escola; qualquer família pode optar por esta via. No ensino doméstico, os pais decidem ser os principais responsáveis pela educação dos seus filhos em vez de a delegarem à escola - por lei, este é um dos seus direitos. A maioria das pessoas manda os filhos para a escola para estes serem educados mas, ao contrário da crença popular, educar os filhos em casa é legal e razoável. Se vocês pensam que não são suficientemente ricos para educar em casa, lembrem-se que milhões de famílias pelo mundo fora estão, neste momento, praticando o ensino doméstico.

A maioria dos pais-educadores não são professores de profissão. Ao penetrarem nesta via depressa descobrem como a realidade do ensino doméstico é diferente das expectativas ou medos que inicialmente tinham. Quando começam a praticar o ensino doméstico descobrem que podem concentrar-se apenas nas áreas que querem, quando querem, que não é caro, que as crianças não se sentem sozinhas, que podem fazer exames se quiserem, e que é possível educar crianças com necessidades especiais.

Vimos que não há qualquer óbice jurídico ao homeschooling no Brasil. Sendo assim, os pais poderiam adotar o método da educação em casa desde já, sem que para isso fosse necessária qualquer mudança legislativa. Porém, a coisa é um pouco mais complicada. O problema, quase sempre, é fazer valer esse direito dos pais. Os diplomas internacionais citados, plenamente válidos e eficazes no Brasil, são ignorados até pelos juízes, que continuam a usar o ECA para forçar a matrícula das crianças.

Os empecilhos são muito mais políticos, culturais e ideológicos do que jurídicos. Mas creio que nem tudo está perdido. Cabe aos pais zelosos recorrer aos tribunais contra a tirania. Quanto mais processos houver, quanto mais o tema for ventilado na imprensa, na internet e nas esquinas, maior a chance de obter resultados favoráveis.

Trata-se de uma guerra cultural a ser travada, com boas possibilidades de vitória. Afinal, não deve ser difícil compreender que a educação é assunto da família e da sociedade, não de burocratas do estado.

FONTES: https://tercalivre.com/2015/04/02/homeschooling-liberado/ E http://aprendersemescola.blogspot.com.br/2009/01/o-que-o-ensino-domstico.html

quinta-feira, 5 de maio de 2016

ADOLESCÊNCIA DO BEBÊ - PARTE 2

Confira a parte 2 da nossa matéria!

5. Todas as crianças passam por isso?
Não é uma regra. Algumas crianças demonstram essas características mais intensamente do que outras.

6. Como agir quando a criança se joga no chão e grita em um lugar público, como o supermercado ou o shopping?
Primeiramente, descarte palmadas, tapas, puxões de orelha ou qualquer outro comportamento agressivo para tentar conter uma birra. Antes de sair, converse com o seu filho e o contextualize sobre o passeio. Se for supermercado, por exemplo, diga como espera que ele aja, o que ele poderá pegar para si etc.

Se forem a um restaurante, faça o mesmo, explique aonde vão, como espera que a criança se comporte e as consequências para o seu mau comportamento. Jamais ceda às manipulações, como choros, pedidos de ajuda e reclamação de possíveis desconfortos. Avise-o de que só vai conversar depois que ele se acalmar. Opte por disciplinar a criança após a birra, que é o momento em que ela está colocando para fora sua frustração e seu descontentamento. Após ela parar de fazer a birra, você se abaixa para conversar. É sempre muito importante que a criança compreenda o que fez e o porquê de sua ação.

Evite dar broncas e repreender seu filho na frente de outras pessoas para que ele não se sinta constrangido e você também. Uma dica bacana para mudar o foco da birra é chamar a atenção da criança para outra situação. Mostre um objeto ou comece a falar de outro assunto. Ignorar a birra costuma dar ótimos resultados. Em lugares públicos, se a birra persistir e você estiver se sentindo constrangida, tire o seu filho do ambiente sem demonstrar irritação e sem conversar. Sua atitude mostrará desaprovação.

7. O que fazer quando o pequeno bate nas pessoas quando é contrariado?
Esse “bater” normalmente é a expressão do seu descontentamento, o que, no caso, não é aceitável. É importante ressaltar que as crianças, assim como nós, adultos, também ficam bravas, tristes, frustradas e chateadas — isso é natural do ser humano. Ao longo da vida, ela vai se deparar com diversas situações que despertarão esses sentimentos nelas e a infância é a melhor fase para aprender a lidar com esses sentimentos inevitáveis.

Assim, se quiserem contribuir de modo positivo com o desenvolvimento emocional e psicológico dos pequenos, os pais devem parar de tentar poupá-los de situações frustrantes e passar a explicar esses sentimentos, apontando caminhos para que consigam lidar com eles. A criança não nasce sabendo lidar com seus sentimentos, ela testa suas ações e vai construindo seus modos de agir. Quando ela bate em alguém, imediatamente deve ser contida e, em seguida, os pais devem abaixar-se na altura da criança, olhar fixo em seus olhos e com voz firme conversar que entendem que o pequeno esteja bravo, mas que sua atitude é inaceitável. Explique que, se aquilo voltar a acontecer, haverá consequências negativas para ela, citando quais serão. Lembre-se de que essas consequências deverão ser algo possível de ser feito porque, se a criança repetir o comportamento desaprovado, você deverá cumprir o que falou.

8. E quando a criança bate com a cabeça na parede ou faz coisas para se machucar porque ouviu um “não”? 
Em geral, as crianças recorrem a esse tipo de autoagressão como mais uma tentativa de conseguir a atenção dos adultos e, quase sempre, conseguem porque descobrem que esse comportamento provoca comoção nos pais. Por mais que possa preocupar, os pais devem manter a ideia de que “sem plateia não há show”.

O ideal é conter a ação da criança sem dar atenção ou demonstrar comoção pela atitude. Você pode, por exemplo, colocar um travesseiro ou uma almofada embaixo da cabeça dele e sair de perto, ou tire o pequeno do local onde está sem conversar e coloque-o em um ambiente mais seguro. Sem conseguir chamar sua atenção com a autoagressão, a criança vai buscar outras possibilidades, como apagar e acender a luz, ligar e desligar equipamentos eletrônicos etc. Só fique atenta para a possibilidade de esse comportamento estar refletindo algum problema emocional, que, aí sim, merece a atenção dos pais.

Se a criança começar a apresentar comportamentos autodestrutivos, como se arranhar, bater em sua cabeça e puxar os cabelos, frequentemente em situações cotidianas, vale a pena consultar um especialista porque isso pode indicar uma tentativa da criança de evitar o contato com algo que esteja lhe causando angústia.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

ADOLESCÊNCIA DO BEBÊ - PARTE 1

O fenômeno é comum e tem até nome: adolescência do bebê. É quando a criança se dá conta de que é um indivíduo e luta para conquistar o seu espaço – gritando, batendo nos outros ou se jogando no chão. Cabe aos pais ter muita calma, paciência e ensinar que esse comportamento não leva a nada.

Em outras palavras, estabelecer limites. Para ajudá-la a lidar com essa situação tão complicada, conversamos com a psicopedagoga Larissa Fonseca, de São Paulo.

1. O que é a chamada “adolescência do bebê”? 
A adolescência do bebê, primeira adolescência ou o famoso “terrible twos” – terríveis dois anos, em inglês –, é a fase em que a criança passa a se comportar de modo opositivo às solicitações dos pais. De repente, a criança que outrora era tida como obediente e tranquila passa a berrar e espernear diante de qualquer contrariedade. Bate, debate-se, atira o que estiver à mão e choraminga cada vez que solicita algo. Diz não para tudo, resiste em seguir qualquer orientação, a aceitar com tranquilidade as decisões dos pais, para trocar uma roupa, sair de um local ou guardar um brinquedo. Para completar, não atende aos pedidos e parece ser sempre do contra.

2. Esse comportamento é comum em qual idade? 
Normalmente, acontece a partir de 1 ano e meio até os 3 anos de idade.

3. Existe alguma causa? 
A causa para esse período é simplesmente o próprio desenvolvimento natural da criança. A fase dos 2 anos de idade é um período de grandes mudanças para ela. Até então, o pequeno seguia os modelos e as decisões dos pais. Gradualmente, ele passa a se perceber como indivíduo, com desejos e opiniões próprias, e isso gera uma enorme necessidade de tomar decisões e fazer escolhas por si. Sem dúvida, isso acaba gerando uma grande resistência em seguir os pedidos dos pais. Não é exatamente uma ação consciente da criança, mas uma tentativa de atender a esse desejo interior, a essa descoberta de si como um ser independente dos pais.

No entanto, ao mesmo tempo em que ela quer tomar suas decisões, ainda tem muitas dificuldades para fazê-lo, dado que ainda não tem maturidade suficiente. Ela discorda até dela mesma! Se você pergunta o que ela quer comer, naturalmente ela responderá: “Macarrão”. Mas, quando você chega com o prato de comida, ela diz: “Eu não quero isso!” Suponha que você está com pressa para ir a algum lugar. Seu filho está de ótimo humor até você dizer: “Preciso que você entre no carro agora”. Ele fará tudo, menos atender a sua solicitação.

É uma fase difícil para os pais e também para os pequenos. É uma experiência intensa emocionalmente e repleta de conflitos, pois, ao mesmo tempo em que a criança busca essa identidade, ela não quer desagradar seus pais — por mais que isso não pareça possível.

4. Existe alguma maneira de evitar que o bebê passe por isso? 
Não há a necessidade de tentar evitar esse período e nem há como fazê-lo. O importante é conhecer e lidar de modo construtivo com essa fase dos pequenos.

CONFIRA A PARTE 2!!!

sexta-feira, 29 de abril de 2016

BEBÊ COM TOSSE - O QUE FAZER?

Por que o Bebê Tosse? 
"A tosse é uma defesa mecânica do organismo na tentativa de eliminar algum agente que esteja atacando nosso organismo e provocando um tipo de processo inflamatório", explica o pediatra e homeopatia Moises Chencinski. As causas da tosse em bebês são variadas, e podem ser desde problemas respiratórios, infecciosos, digestivos, ou, normalmente, só um sintoma do aparelho respiratório de uma patologia mais geral.

 Ela também pode aparecer em situações simples, como quando o bebê engasga na adaptação ao aleitamento materno, ou por um “corpo estranho”, como um fiapo da mantinha ou da luva que o bebê pode chupar, por exemplo. "Entre os quadros mais comuns podemos citar as infecções de vias aéreas superiores", afirma.

Infecções que Causam Tosse em Bebês

Resfriado
"É uma infecção provocada por vírus, com tosse que pode se acompanhar de coriza (nariz escorrendo) normalmente hialina (clarinha), espirros, lacrimejamento, obstrução nasal (narizinho entupido). A febre nem sempre aparece nos bebês com resfriados, mas, se ocorrer, é baixa. O quadro é rápido, leve e não costuma afetar o estado geral da criança. Não há vacina contra resfriados".

Gripe 
"É diferente do resfriado tanto pelo seu agente causal (vírus influenza tipo A e B, para influenza, que podem sofrer mutações a cada surto) quanto pelos sintomas da gripe nos bebês, que são febre muito alta, aguda, prostração, cansaço, falta de apetite, podendo chegar a um quadro de pneumonia e até morte. Ela evolui em surtos e requer vacinação preventiva, que pode mudar a cada ano devido à característica de mutação e sazonalidade das epidemias."

Coqueluche 
"A tosse da coqueluche é bem característica (conhecida como tosse quintosa), por vir em surtos e ataques e levar à falta de ar. A criança pode ficar roxa, e termina com uma inspiração forçada após a crise. A doença era pouco frequente, mas voltou há alguns anos, devido à perda de ação da vacinação após 10 anos de sua aplicação (última dose aos 5 anos). Assim, os adolescentes e os adultos passaram a ser suscetíveis, e as maiores vítimas são as crianças até 1ano que não complementaram seu esquema vacina. Por isso, a orientação atual é a vacinação de todas as gestantes no 3º trimestre de cada gravidez, mesmo em mães que já tenham sido vacinadas em gestações anteriores. Essa prática protege os bebês até 2 meses dos riscos graves."

Bronquiolite 
"É outro quadro viral, que tem a característica de começar por um resfriado, com coriza por 3 a 4 dias, e então acontece a dificuldade respiratória com chiado de pulmão acompanhado de febre, tosse, falta de ar, que se agrava nos primeiros 4 dias, estabiliza por uma semana e leva mais uma semana para sumir. É um quadro arrastado, que pode se agravar quanto menor a criança e exigir internação para hidratação e oxigenação."

Laringite
"Conhecida como 'tosse de cachorro', seca, irritativa, provocada pela inflamação da laringe e das cordas vocais, podendo levar até a um quadro grave de sufocação. A sensação, normalmente, é muito mais grave do que o quadro, pelo tipo da tosse, com rouquidão."

Alergias "Podem acontecer mais tardiamente, mas são raras em recém-nascidos e bebês pequenos. A chamada 'marcha alérgica' começa, hoje em dia, por alergia alimentar, evolui para dermatite, bronquite e depois rinite. A tosse pode aparecer nas duas últimas fases, normalmente desencadeada por agentes climáticos (tempo, frio, seco, chuvoso) ou alergênicos (pelos de animais, alimentos, poeira, pólen). A tosse, nesses casos, depende do órgão acometido."

Pneumonias
"Podem ser principalmente virais ou bacterianas, apesar de haver outros agentes com quadro que pode variar de gravidade, podendo exigir até internação, de acordo com as complicações. A tosse pode ser um sintoma, mas não é o mais importante nesse caso. A febre é um grande sinal de alerta." Em todos esses casos, a prevenção começa no pré-natal adequado e com as vacinações necessárias.

Após o nascimento, a maior ferramenta de proteção continua sendo o aleitamento materno, além das vacinas. Havendo qualquer sintoma, um médico deverá ser consultado. "Nunca automedique ou desmedique um bebê num quadro desses, por mais simples que possa parecer. O contato com o pediatra ou uma ida ao pronto-socorro pode salvar uma vida", finaliza.

FONTE: Bolsa de Mulher

quinta-feira, 28 de abril de 2016

TIRINHA #4 - "DIETA MILAGROSA"

Será que essa dieta funciona? Deixe seu comentário!

SÍNDROME CAUSADA PELO USO EXCESSIVO DE ASPIRINAS

A Síndrome de Reye é uma doença rara e grave, muitas vezes fatal, que causa inflamação do cérebro e rápido acúmulo de gordura no fígado.

Geralmente, a doença manifesta-se por náuseas, vômitos, confusão ou delírio. As causas da Síndrome de Reye estão relacionadas com certos vírus, como vírus da gripe ou catapora, e o uso de aspirina ou medicamentos derivados dos salicilatos para tratar febre em crianças com essas infecções. O uso exagerado de paracetamol também pode desencadear aparecimento da Síndrome de Reye. A Síndrome de Reye afeta principalmente crianças com idades entre 4 e 12 anos e é mais comum no inverno, onde o número de doenças virais aumenta.

Os adultos também podem ter Síndrome de Reye e o risco aumenta se existirem casos desta doença na família. A Síndrome de Reye tem cura se diagnosticada cedo e o seu tratamento consiste na diminuição dos sintomas da doença e controle da inflamação do cérebro e fígado.

Sintomas da Síndrome de Reye 
Os sintomas da Síndrome de Reye podem ser:
  • Dor de cabeça; 
  • Vômitos; 
  • Sonolência; 
  • Irritabilidade; 
  • Mudança de personalidade; 
  • Desorientação; 
  • Delírio; 
  • Visão dupla; 
  • Convulsões; 
  • Falência hepática. 

O diagnóstico da Síndrome de Reyes é feito através da análise dos sintomas apresentados pela criança, biópsia ao fígado ou punção lombar. A Síndrome de Reyes pode ser confundida com encefalite, meningite, envenenamento ou insuficiência hepática. Tratamento da Síndrome de Reyes O tratamento da Síndrome de Reyes consiste em controlar as funções do coração, pulmões, fígado e cérebro da crianças, bem como suspensão imediata do consumo de aspirina ou medicamentos relacionados com o ácido acetilsalicílico.

Devem ser administrados por via endovenosa líquidos com eletrólitos e glicose para manter o equilíbrio no funcionamento do organismo e vitamina K para prevenir a hemorragia. Alguns remédios, como manitol, corticoides ou glicerol também estão indicados para reduzir a pressão dentro do cérebro. A recuperação da Síndrome de Reye depende da inflamação do cérebro, mas quando diagnosticada cedo, os pacientes conseguem recuperar totalmente da doença. Nos casos mais graves, os indivíduos podem ficar com lesões para o resto da vida ou, até mesmo, morrer.

FONTE: Tua Saúde

OS PRIMEIROS DENTINHOS - COMO AMENIZAR AS DORES

O que fazer para amenizar o desconforto dos dentes? Um mordedor daqueles que podem ser armazenados por alguns minutos na geladeira geralmente alivia o incômodo na gengiva.

Se o bebê já estiver se alimentando com comidas normais, alimentos mais frios como um purê de maçã, um pudim de leite ou um iogurte de frutas podem ajudar também. Um método simples que não envolve alimentos é passar um dedo bem limpinho pela gengiva inchada do seu filho. Faça uma massagem firme até ouvir um barulhinho da fricção, que será, além de tudo, uma ótima distração.

O alívio é temporário, mas o bebê ficará agradecido e, acima de tudo, confortado pelo seu toque. Se nada disso ajudar, alguns médicos costumam receitar analgésicos. Mas consulte sempre o seu pediatra antes de dar qualquer medicação ao bebê, porque a prescrição depende do peso e da idade do seu filho.

 Nunca dê nenhum remédio com aspirina na fórmula, já que seu uso está associado a uma doença que pode ser fatal, a Síndrome de Reye, além de poder desencadear processos alérgicos e hemorrágicos.

Posso passar aquelas pomadas para aliviar a dor?
Pomadas tópicas para as gengivas devem ser receitadas pelo médico, porque elas podem causar reações alérgicas. Produtos que contêm benzocaína requerem ainda mais cuidado. É raro, mas podem provocar uma grave condição em que a quantidade de oxigênio no sangue cai para níveis perigosamente baixos.

Nos Estados Unidos, por exemplo, é proibido vender produtos à base de benzocaína sem receita médica para crianças de menos de 2 anos. Outra complicação das pomadas é que não ficam exatamente no lugar em que são aplicadas. Mesmo se espalhadas diretamente na gengiva do bebê, ele pode acabar engolindo parte do creme ou gel junto da saliva, provocando um amortecimento na garganta, que pode causar sensação ruim, engasgo, dificuldade de engolir, aspiração de alimentos para as vias respiratórias e até problemas para respirar.

FONTE: Baby Center

OS PRIMEIROS DENTINHOS - SINTOMAS

Quais são os sintomas ligados ao nascimento dos primeiros dentes? 

Na realidade, os especialistas não chegaram a uma conclusão sobre se o nascimento dos dentes por si só provoque sintomas, como diarreia, febre ou mau humor. Muitos profissionais acreditam que essas manifestações não tenham relação com a dentição e que simplesmente coincidam com ela.

Ainda assim, muitos pais contam que seus bebês ficam muito irritados e até doentes quando os dentinhos estão despontando. Nem todas as crianças, no entanto, sofrem da mesma forma nesta fase. Os sintomas mais comuns relacionados à erupção dos dentes são:
  •  Baba (que pode depois provocar uma irritação na pele ao redor da boca) 
  •  Inchaço e sensibilidade na gengiva 
  • Irritabilidade e mau humor 
  • Tentativa de morder tudo o que está pela frente 
  •  Falta de apetite 
  • Problemas para dormir 

 Apesar de alterações no cocô, nariz escorrendo e febre serem também sintomas apontados por diversas famílias quando um novo dente está surgindo, a maioria dos especialistas não acha que a dentição é a culpada por eles e que outros sinais de alguma doença é que devem ser procurados.

O pediatra T.Berry Brazelton diz, no entanto, que o estresse associado à erupção dos dentes pode baixar a imunidade e deixar os bebês mais vulneráveis a infecções. Na dúvida, se você achar que seu filho não está bem, tire a temperatura dele para verificar se está com febre e procure o médico para examiná-lo. Muitas vezes, infecções de ouvido podem incomodar demais uma criança sem os pais perceberem de onde vem o problema.

É preciso tomar cuidado para não atribuir um mal-estar ao nascimento dos dentes e deixar de tratar uma infecção que precise de outras medidas. Existem ainda situações raras em que os dentes apresentam dificuldade de romper, causando grande inchaço e vermelhidão na gengiva. Com aparência de "bolas vermelhas", os chamados cistos de erupção provocam desconforto para a criança, como irritabilidade, dor na gengiva e relutância para se alimentar.

FONTE: Baby Center

A IMPORTÂNCIA DO ÁCIDO FÓLICO NA GRAVIDEZ - #DICADECORUJA

A suplementação adequada de ácido fólico (componente da vitamina B), também conhecido como vitamina B9 ou M, durante o período periconcecional pode ajudar a prevenir os Defeitos Abertos do Tubo Neural (DTN).

 Deverá iniciar a toma diária de ácido fólico assim que decida tentar engravidar.

O ideal é iniciar a toma pelo menos 3 meses antes de engravidar já que é fundamental assegurar a ingestão de quantidades suficientes de ácido fólico nas primeiras semanas do desenvolvimento do bebé, momento em que as estruturas essenciais à sobrevivência estão em plena formação. Esta preocupação tão precoce é devida ao momento em que o tubo neural do bebé se forma e fecha (entre o 17º e 30º dia após a conceção, ou seja, antes do diagnóstico clínico ou laboratorial da gravidez), devendo manter-se nos três primeiros meses da gestação. “Os folatos compõem uma família de vitaminas fundamentais para o processo de divisão celular bem como para a metilação do ADN e a regulação da expressão genética.

O ácido fólico é a estrutura parental desta família e é a forma sintética quimicamente mais estável utilizada em suplementos e no enriquecimento alimentar.” In artigo Suplementação com ácido fólico: impacto metabólico transgeracional, de Elisa Keating, Faculdade de Medicina do Porto, Revista Nutrícias 17, APN, 2013 Crucial para o normal desenvolvimento do bebé, o tubo neural dará origem aos hemisférios cerebrais, ao tronco cerebral, cerebelo e medula espinhal. Se o tubo neural não fechar corretamente, pode dar origem a malformações como a anencefalia (ausência do cérebro) ou a espinha bífida (anormalidade do sistema nervoso).

Alimentos Ricos em Ácido Fólico 
Para além da suplementação de ácido fólico, pode aumentar o aporte desta vitamina através do consumo de vegetais de folhas verde-escuras (couves, brócolos, espinafres, couve-flor), feijão, lentilhas, ervilhas, milho, amendoins, morangos e laranjas, entre outros. Durante a gravidez, tenha especial atenção à sua alimentação e à qualidade dos alimentos que ingere.

FONTE: Mãe Me Quer

quarta-feira, 27 de abril de 2016

É NORMAL O BEBÊ TER SOLUÇO A TODA HORA?

Sim, é normal bebês bem novinhos soluçarem bastante. No primeiro mês de vida, o bebê tem soluço todo dia, e mais de uma vez por dia, assim como tinha dentro da barriga da mãe, explica a pediatra Sandra de O. Campos, da Universidade Federal de São Paulo.

Os soluços não têm nada a ver com a respiração. São contrações do diafragma, provocadas pela irritação ou pela estimulação desse músculo, que ainda é imaturo. Muitas vezes a posição da amamentação ou da mamadeira faz com que o bebê engula muito ar, possivelmente desencadeando soluços, por isso procure sempre posicioná-lo com a cabeça mais elevada.

Para bebês amamentados na mamadeira que soluçam muito, é bom lembrar de colocá-los para arrotar com mais frequência, fazendo alguns intervalos durante as mamadas. O importante é saber que o soluço incomoda pouco o bebê, embora muitas vezes impressione os pais. "A menos que o soluço esteja interferindo nas atividades do dia-a-dia, como mamar ou dormir, não há necessidade de procurar o médico", diz Lynnette Mazur, professora de pediatria da Universidade do Texas (EUA). Bebês que têm refluxo gastroesofágico podem soluçar mais que os outros.

Mencione os soluços ao pediatra se o bebê regurgitar muito, tossir ou parecer irritado. Também comente com o pediatra caso os soluços estejam acontecendo com frequência depois de a criança ter 1 ano de idade, ou se forem incontroláveis. Apesar de todas as teorias para fazer o bebê parar de soluçar (como a simpatia de colocar um fiapinho de lã na testa), os médicos não garantem que alguma delas funcione.

 Há quem diga que, se o bebê sugar alguma coisa, os soluços melhorarão. Não há problema em tentar esse método, que é inofensivo. Mas não experimente nem deixe ninguém tentar outras "técnicas", como dar um susto no bebê, porque elas podem acabar machucando o seu filho.

FONTE: Baby Center

TIRINHA #3 - ENIGMAS FEMININOS

Nessas horas quanto mais você tentar explicar pior!! kkk

É NORMAL O RECÉM-NASCIDO PERDER PESO?

 “O recém-nascido de termo normal, ou seja, aquele que nasceu de 37 a 41 semanas e sem nenhuma doença detectável, costuma perder peso até o terceiro ou quarto dia de vida e, após esse período, costuma ganhar peso. A tendência é que ele recupere o peso de nascimento entre o sétimo e o décimo dia de vida. Após este período, o ganho passa a ser uma constante. Se não há ganho de peso e o recém-nascido é normal, o mais provável é que a ingesta esteja inadequada. De qualquer forma, é importante consultar o pediatra para examinar a situação”, explica o pediatra Renato Procianoy, presidente do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria. Já no caso de bebês prematuros, o ganho de peso é um pouco diferente. “Demora mais e dependerá da idade gestacional e das doenças que ele apresentar. Quanto menor a idade gestacional, maior a demora para haver ganho de peso. O mesmo acontece se ele tiver doenças e necessitar de tratamento intensivo”, afirma Procianoy.

ICTERÍCIA NEONATAL - PARTE 1

Essa doença, que deixa a pele do bebê amarelada, atinge cerca de 80% dos recém-nascidos e, embora exija cuidados simples, nunca deve dispensar o acompanhamento médico.

Muitos bebês, logo depois que nascem, ficam com um tom de pele amarelo-alaranjado que pode se estender também para as conjuntivas (o branco dos olhos) e outros tecidos do corpo. O nome desse quadro é icterícia neonatal, uma doença comum entre os recém-nascidos e que, se detectada e controlada, não apresenta maiores riscos.

A neonatologista Alice Deutsch, coordenadora da Unidade Neonatal do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, explica que o problema acontece devido ao aumento no sangue do pigmento
amarelo bilirrubina. Da mesma forma que outras substâncias, ele é produzido naturalmente pelo organismo como o resultado do rompimento das células vermelhas do sangue, que vivem por um curto período de tempo. “Assim que essas células morrem, a hemoglobina presente nelas se transforma em bilirrubina e é transportada para o fígado, no qual é metabolizada e em seguida excretada pelas fezes.

Quando esse processo não ocorre adequadamente, o acúmulo de bilirrubina no sangue deixa a pele amarelada”, explica a médica. O excesso do pigmento também pode ser decorrente da incompatibilidade de sangue entre mãe e filho. Nesses casos, exige maior atenção. Quando a mãe tem sangue Rh-, e o filho, Rh+, por exemplo, ocorre uma grande e, por vezes, rápida destruição dos glóbulos vermelhos. Esse aumento ultrapassa a capacidade hepática de depurar a bilirrubina, elevando sua concentração no sangue. Daí, o produto se esparrama pela pele e por outros tecidos e também pode atravessar a barreira entre o sangue e o sistema nervoso central.

 Talvez ainda ocorra o excesso de produção de bilirrubina se o bebê nascer com hemoglobina demais (um componente dentro da célula sanguínea que se degrada e forma a bilirrubina), se sofrer algum trauma que gere a formação de hematomas pelo corpo ou se houver a demora na ligadura do cordão umbilical. Nessas situações, ocorre uma “limpeza” do hematoma (local em que ocorreu um sangramento com depósito de hemoglobina) com a consequente elevação de bilirrubina. Nos recém-nascidos, tal aumento se deve também à imaturidade do fígado, que pode apresentar uma capacidade limitada para processar o pigmento. “Trata-se apenas de um processo evolutivo, de adaptação e que tem fácil tratamento”, afirma Clery Bernardi Gallacci, neonatologista da Maternidade Santa Joana, também de São Paulo.

 Na maioria dos casos, aliás, a icterícia desaparece espontaneamente ou depois de mudanças na frequência da amamentação. Isso pode ocorrer quando o bebê mama poucas vezes ao dia, tendo maior dificuldade para excretar a bilirrubina pelas fezes. Mas nada de pânico. É uma situação transitória, que passa assim que a oferta de leite aumentar e o estabelecimento da lactação estiver pleno e bem-sucedido.

A icterícia costuma aparecer entre o segundo e o terceiro dia de vida e dura em média dez dias, com exceção nos que nascem prematuros, que podem apresentar formas mais intensas e prolongadas. Quando o sintoma surge depois desse período, geralmente está associado a uma doença (como infecção urinária e doenças congênitas) e precisa ser investigado com maior afinco. Para diagnosticar a icterícia, o médico pressiona com o dedo primeiramente a testa, o nariz e o tórax do bebê, pois o distúrbio costuma surgir primeiramente na cabeça e ir descendo até os pés. O curioso é que começa a desaparecer no sentido contrário: pés, pernas, barriga, braços, tórax e testa.

Quando esse tipo de investigação não é suficiente, é feita uma leitura no bilirrubinômetro transcutâneo, um equipamento que, colocado na testa da criança, faz a leitura do problema sem a necessidade de coleta de sangue. Mas vale ressaltar que somente pelo sangue é possível determinar com exatidão o nível de bilirrubina.

Fonte: M de Mulher

5 DICAS PARA ALIVIAR AS CÓLICAS DO BEBÊ - #DICADECORUJA


O bebê acabou de mamar, está bem agasalhado, com a fralda seca e, ainda assim, chora num tom estridente avisando que algo não vai bem? Nessa hora, você tem bons motivos para desconfiar de uma crise de cólica. "Quando nada na rotina justifica tanto desconforto, é quase certo que o problema seja esse. Dores abdominais são comuns até o quarto mês, pois o sistema digestivo do recém-nascido ainda é imaturo", explica a pediatra Sandra Frota Ávilla Gianelo. As crises acontecem geralmente no final da tarde e fazem o abdome do bebê se contrair. Para evitar desesperos, a melhor estratégia é se preparar com um arsenal de técnicas anticólicas e se revezar com o pai nesses cuidados. Confira alguns métodos indicados por especialistas:

1. Massageie a barriguinha do bebê
Ao perceber o desconforto da criança, acaricie a barriga do bebê com movimentos circulares no sentido horário. "Com as mãos em concha, deslize uma de cada vez pela barriga da criança, partindo da base das costelas em direção ao púbis. O toque deve exercer uma pressão suave", ensina a fisioterapeuta Barbara K. T. Nevves, de São Paulo. Também é eficaz exercitar o filhote. "Coloque o bebê deitado e dobre lentamente os joelhos dele de modo que as coxas pressionem de leve a barriga. Depois, estenda novamente as pernas e recomece, como se ele estivesse pedalando. O movimento pode ser feito várias vezes ao dia, não apenas na hora da dor.
2. Dê um banho quente
Prepare um banho de imersão regulando a temperatura da água entre 36ºC e 37ºC. Cuide para que o ambiente esteja silencioso e, se possível, coloque uma música suave tocando baixinho. Diminua a luz e converse com seu filho ou cante para ele."A percepção de uma atmosfera calma ao redor tranquiliza o bebê, e a água na temperatura do corpo proporciona uma sensação muito próxima à que a criança experimentava no útero. É uma experiência que a faz relaxar e, com isso, a cólica cede", ensina Sandra.
3. Faça uma compressa
Passe uma fralda a ferro e coloque-a ainda quente sobre a barriga da criança ou use uma bolsa térmica com água morna. O calor favorece a vasodilatação, facilita o fluxo sanguíneo e relaxa a musculatura, diminuindo o desconforto abdominal. "Tenha o cuidado de testar a temperatura do tecido ou da bolsa para não queimar a pele delicada do bebê", orienta o pediatra Jayme Murahovschi, de São Paulo.
4. Tente um contato pele a pele
Quando deitado de bruços sobre o peito do pai ou da mãe, o bebê consegue expelir mais facilmente os gases que o incomodam e agravam a cólica. "Se puder, aqueça levemente o quarto para o pequeno não sentir frio. Tire sua blusa e a roupa dele, deixando-o apenas com a fralda. O contato pele com pele aconchega, enquanto o cheiro e a voz da mãe ou do pai transmitem calma e segurança", ensina o pediatra e neonatologista Ruy Pupo Filho, de Santos (SP).
 5. Enrole o pequeno no cueiro
"Ao envolver o corpo do bebê como se fosse um pacotinho, o cueiro proporciona uma sensação de aconchego e segurança e diminui a irritabilidade e a agitação da criança", orienta a pediatra Patrícia P. de Mello, de São Paulo. Outro expediente simples é distrair o bebê com uma caminhada pela casa, segurando-o de bruços, com a barriguinha apoiada nas suas mãos - esse contato aquece o abdome e traz o conforto do toque.

terça-feira, 26 de abril de 2016

GOVERNO AUMENTA IMPOSTO SOBRE PRODUTOS DE BEBÊS

 O Governo do Estado ampliou a lista de produtos considerados como ‘supérfluos’ e que terão a alíquota do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) reajustados para 17%.

A listagem com os novos produtos foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (29). Entre os produtos que ficarão mais caros nas próximas semanas estão itens para bebês, como fraldas, chupeta e mamadeira, cosméticos como batom, rímel, batom, sombra, delineador, lápis para sobrancelha e rímel, perfumes, produtos como henna, óleos essenciais, águas de colônia, maquiagem, como pó compacto, preparação solares e antissolares.

O Governo também ampliou a alíquota de acetonas, loções tônicas, cremes de beleza e nutritivos, absorventes, lenços removedores de maquiagem, sais perfumados e outros sais de banhos. Foram reajustados também os tributos de produtos de higiene pessoal e toucador, como fio dental, escova de dentes, vaselina, amoníaco, lubrificação íntima, preparação para barbear, soluções para lentes de contato, sabonete em barra e líquido, papel higiênico, aparelhos e lâminas de barbear e lenços umedecidos. Com o aumento desses impostos, o Governo pretende ampliar a arrecadação em, aproximadamente, R$ 296 milhões.

Fonte: Oi Liberdade

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